terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Capitão da marinha japonesa era prostituto para mulheres

Capitão da marinha japonesa era prostituto para mulheres


Desde um tempo atrás o capitão da marinha atendia as mulheres no serviço sexual, obtendo renda extra. A descoberta foi um escândalo no governo.
Base da Marinha, de Yokosuka (Photozou)

Uma das mídias japonesas deu um furo de reportagem publicando uma matéria sobre um capitão da Força de Autodefesa da Marinha do Japão, comandante do pelotão de treinamento da base de Yokosuka (Kanagawa), que fazia bicos como prostituto. 

A publicação datada de 6 causou escândalo no meio, com intervenção até do Ministro da Defesa Civil Taro Kono. O tal capitão, de 55 anos, foi afastado e o ministro deu ordens para investigar a suspeita. 

Na segunda-feira (10) Kono informou que o investigado relatou que “ele obtinha renda extra, no trabalho de serviço sexual para mulheres”.

Segundo o depoimento, em fevereiro de 2010 ele iniciou o serviço de prostituição masculina, sem endereço fixo. Teria criado uma página web, usando o nome da esposa, para oferecer o serviço. Usava inclusive o horário de expediente para atualizar as informações na web e se oferecer como garoto de programa.

Com relação à responsabilidade criminal, o ministro disse em plenário na câmara, que “as investigações estão sendo conduzidas pela polícia e, atualmente, há possibilidade de violação dos artigos 59 da Lei das Forças de Autodefesa, sobre o dever de guardar segredos, o 62, parágrafo 1, que não permite trabalho simultâneo e 3 que trata da proibição da prostituição”.

Segundo o ministro o então servidor em questão é formado pela Academia Nacional de Defesa, fez carreira e serviu como capitão do navio de escolta. 

Fontes: Mainichi e Asahi 

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