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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Polícia encontra 3 corpos e 2 pistolas dentro de casa em Nagano

Polícia encontra 3 corpos e 2 pistolas dentro de casa em Nagano

3 corpos e 2 pistolas foram encontradas em residência, e polícia suspeita de assassinato e envolvimento de organizações criminosas.

Polícia investiga o caso em que 3 corpos e 2 pistolas foram encontradas dentro de residência em Nagano (Imagem: ANN)
Por volta das 23h15 de terça-feira (26), o serviço de emergência (119) recebeu uma ligação informando sobre corpos com ferimentos na cabeça. O local era uma residência no bairro de Sakaki, em Nagano.

A polícia foi até o local e encontrou 3 corpos e 2 pistolas. As autoridades suspeitam que se trata de um caso de assassinato.

Segundo a perícia, a casa pertence à família Ichikawa, e quem fez a ligação foi o pai, Takenori. Dos 3 corpos encontrados, 2 foram identificados como An’na, de 22 anos, e Naoto, de 16 anos, estudante do colegial, ambos filhos de Takenori.

O outro corpo era de um homem na faixa dos 30 anos que não tinha relação com a família e cuja identidade ainda está sendo investigada. A polícia não nega o envolvimento de organizações criminosas neste incidente.

Segundo os vizinhos, na residência moravam Takenori, sua esposa, An’na, Naoto e mais um filho.

A casa é localizada em área habitacional a 1km da Estação Tekuno-Sakaki.

Fonte: NHK

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Jovens brasileiros relatam envolvimento em crimes; ‘Deveria ter estudado mais’

Jovens brasileiros relatam envolvimento em crimes; ‘Deveria ter estudado mais’


Dois jovens brasileiros presos por envolvimento em fraudes contam suas histórias.
Jovens brasileiros presos comentam sobre envolvimento em fraudes
Segundo pesquisa do governo, dos jovens entre 15 a 19 anos de nacionalidade estrangeira, aproximadamente 7,7% não frequentam escola ou trabalham. A porcentagem de estudantes que terminam o colegial e acabam trabalhando em profissões não regulamentadas é 10 vezes maior para estrangeiros em relação a japoneses.
Em matéria do Mainichi, um réu brasileiro de 22 anos comenta sua história em sala de visitas do Centro de Detenção de Tóquio. Ele veio ao Japão quando era um estudante do primeiro ano do ensino fundamental para morar com os pais. Como seus pais mudavam de cidade quase todos os anos por causa do trabalho, ele estudou japonês apenas no quinto ano do shogakko. “Quando tinha uma palavra que não conhecia, o estudo parava”, comenta.

Quando entrou para o chugakko, ele passava a maior parte do tempo jogando. Depois de ter se formado, decidiu abandonar os estudos e não fez o teste para ingresso no colegial (koko).

Aos 20 anos, começou a trabalhar em empreiteira com a esperança de melhorar a reputação dos brasileiros se esforçando no seu trabalho. Contudo, após alguns meses, parou de receber o salário.

Com problemas financeiros, recebeu uma proposta de “baito”. O trabalho era sacar dinheiro de contas de outras pessoas em estações ATM. “É dinheiro de imposto, então é legal”, teria recebido esta explicação. Com medo de sofrer violência física, ele obedeceu as ordens.

Certo dia, o réu viu uma notícia na televisão sobre a prisão de um grupo de golpistas japoneses na Tailândia, e começou a acreditar que estava envolvido nesse crime. Alguns meses depois, a polícia o prendeu em casa. Ele foi condenado à prisão por ter roubado 3 milhões de ienes da conta de um idoso. Como a pena foi muito pesada, ele entrou com um apelo judicial.

“Deveria ter estudado mais. Agora quero recomeçar tudo, começando pelo colegial”, disse arrependido.

Outro caso de um jovem de 22 anos

Em dezembro de 2019, o Tribunal de Tóquio julgou um caso do jovem Jack, 22 anos, nacionalidade brasileira. Seu crime foi ter fraudado uma mulher na faixa dos 80 anos.

Jack chegou ao Japão quando era um estudante do primeiro ano do shogakko. Residente em Fukushima, ele sofreu bullying (ijime) durante sua vida escolar. Em 2011, ele mudou para Saitama por causa do Terremoto e Tsunami de Tohoku. Devido aos problemas do cotidiano, abandonou o colegial, e começou a trabalhar em vários empregos não regulamentados.

No verão de 2019, foi ameaçado por um japonês, membro de um grupo de fraudadores, e virou “mula” de dinheiro. “Você assinou um contrato de trabalho. Se você recusar, vamos cobrar uma indenização de milhões”, disse o homem.

“Não tive escolha”, lamenta o jovem brasileiro. Ele foi preso pela polícia em flagrante quando estava recebendo dinheiro de fraude, e recebeu pena de prisão em março deste ano.

No período que estava detido, ele pensou seriamente sobre o que poderia fazer, e decidiu se tornar um tradutor. “Falar japonês e português é uma das minhas únicas vantagens”, disse o jovem que agora quer ajudar outras pessoas com dificuldades em se comunicar em japonês.

Fonte: Mainichi

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Vício em games no Japão: homens são mais propensos, 1/4 passa mais de 3 horas jogando

Vício em games no Japão: homens são mais propensos, 1/4 passa mais de 3 horas jogando


No Japão, a pesquisa mostra que o índice de tempo de jogo é maior entre os homens do que as mulheres. Perigo do vício em game.

Game no smartphone (PxFuel)

No começo do ano passado a Organização Mundial da Saúde-OMS incluiu o vício em games na Classificação Internacional de Doenças-CID. 

Um dos padrões de comportamento é que a vontade de jogar “prevalece frente a outros interesses vitais”, apontou a OMS.

No Japão, o Centro Médico Nacional da Organização Hospitalar de Kurihama, situado em Yokosuka (Kanagawa), realizou uma pesquisa sobre a dependência em games, entre jovens de ambos os sexos, de 10 a 29 anos, através do seu ambulatório de atendimento aos viciados. Obteve respostas de 5,1 mil pessoas e na quarta-feira (27) divulgou o resultado. 

O resultado geral mostrou que 93% dos entrevistados homens jogaram nos últimos 12 meses enquanto foram 77% das do sexo oposto. A grande maioria – 77% e 87%, respectivamente – usa o smartphone para jogar.

Os do sexo masculino são mais viciados do que as mulheres, pois 44% joga mais de 2 horas diárias. Os percentuais para mais de 3 horas por dia foi de 25% para homens e 10% para mulheres.

Esse vício reflete negativamente no cotidiano, seja na escola ou no trabalho, tanto no sono quanto no desempenho, pois entre eles há quem jogue muitas horas por dia. Foi o que relataram 25% dos jogadores de mais de 6h/dia. Contaram que não conseguiram reduzir ou parar mesmo que tenham perdido o emprego ou tenham se saído mal na escola.

Fontes: ANN e Sankei 

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Kochi: homem fica preso dentro de secadora de roupa e morre

Kochi: homem fica preso dentro de secadora de roupa e morre


Homem que fazia manutenção de secadora de roupas fica preso dentro da máquina e acaba morrendo.

Imagem ilustrativa de ambulância (banco de imagens PM)

Na manhã de quarta-feira (23) em uma fábrica de limpeza de Hagi (Kochi), um funcionário na faixa dos 60 anos ficou preso dentro de uma secadora de roupas de tamanho grande com formato de tambor quando estava realizando a manutenção da máquina, que ligou repentinamente.

Um outro funcionário ouviu o barulho da secadora funcionando, apertou o botão de parada de emergência e ligou para os bombeiros. Um médico foi enviado, mas o homem tinha ferimentos e queimaduras em todo o corpo e sua morte foi confirmada no local.

A secadora de roupas tinha cerca de 1.4 metro de diâmetro e 1.1 metro de profundidade.

A vítima estava fazendo a manutenção com a máquina ligada na tomada. Por algum motivo desconhecido, a secadora acabou ligando com o homem dentro dela.

A polícia continua as investigações também sob a suspeita de morte causada por negligência no trabalho.

Fonte: NHK e FNN