terça-feira, 19 de abril de 2022

Dizimo e suas falácias

 


Pregadores e dirigentes de instituições eclesiásticas religiosas, apelidadas de "igreja" adeptos do dízimo, fazem questão de enfatizar que não obrigam os fieis a dar dinheiro na igreja. Será? Mas isso é o óbvio, pois, sendo forçada a entrega de qualquer bem material, deixa de ser doação voluntária e passa a ser crime de extorsão, tipificado no Art. 158 do Código Penal Brasileiro, previsto a restrição a liberdade, com pena de reclusão de 4 (quatro) a 10 (dez) anos, e multa.


Entretanto, os pregadores (sem generalizar porque não são todos)

 exumaram uma lei extinta, colocaram uma nova etiqueta de validade no dízimo, elaboraram um ajuste para empregá-lo no tempo da Graça do Senhor Jesus, e o usam da forma mais lucrativa possível. Mas em conformidade com as escrituras do Novo Testamento, o dízimo hoje é uma falácia e disso não se tenha a menor dúvida.


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