sexta-feira, 26 de junho de 2020

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Receita de Kasutera: pão de ló à moda japonesa

Receita de Kasutera: pão de ló à moda japonesa



Esse delicioso pão de ló japonês é um lanche muito popular no Japão e, em Nagasaki, é oferecido como presente aos visitante.

Kasutera é uma versão japonesa do pão de ló, uma espécie de bolo esponjoso com origem europeia. A iguaria foi levada ao Japão em meados do século 16 pelos missionários e mercadores portugueses e espanhóis.

Contam que o nome kasutera vem de Castilla, um dos reinos que formavam a Espanha, onde a iguaria é chamada de “Pão ou Bolo de Castela”.

O kasutera era inicialmente uma iguaria típica de Nagasaki, uma das primeiras províncias japonesas onde portugueses e espanhóis aportaram.

O saboroso pão, ou bolo, foi rapidamente adotado pela culinária japonesa. Ele acabou se popularizando por todo o Japão não somente como um doce, mas também como um alimento nutritivo para os enfermos.

O bolo foi adaptado aos poucos para agradar o paladar japonês e, atualmente, o kasutera é encontrado facilmente nas lojas de doce, de conveniência, padarias e em praticamente todos os supermercados do país.

Esse delicioso bolo é um lanche popular e uma opção frequente quando se quer fazer uma boquinha, além de ser normalmente oferecido como presente ao se fazer uma visita à Nagasaki.

Geralmente, os japoneses tomam chá quando saboreiam o kasutera, mais precisamente o matcha, conhecido no Brasil como chá verdeem folhas.

Veja, abaixo, como se faz um delicioso e tradicional kasutera:

Ingredientes (para 4 porções)

70g de farinha de trigo2 ovos50g de açúcar2 colheres de sopa (30ml) de leite ou água2 colheres de sopa (30ml) de mel1 Pitada de sal 1 colher de chá (13g) de açúcar ou açúcar granulado para polvilhar o fundo da forma de assar.

Modo de preparo


1 Use um papel grosso para fazer uma forma retangular medindo 20cm x 9cm e com 5cm de profundidade. Cubra toda a forma com papel alumínio, e forre o fundo com uma folha de papel manteiga (reserve).

Caixa caseira de kasutera | Foto: NHK

2 Quebre os ovos numa tigela, bata e adicione o açúcar. Coloque a tigela dentro de uma outra maior contendo água morna (cerca de 50°C) e bata a mistura vigorosamente. Adicione uma mistura de leite (ou água) e mel aos ovos batidos e mexa bem.

3 Misture o sal na farinha. Passe por uma peneira, dividindo em 3 ou 4 porções por sobre a mistura de ovos e mexa bem com uma espátula de madeira ou algo semelhante.

4 Coloque a massa na forma já previamente preparada. Depois leve ao forno pre-aquecido a 160°C e deixe assando por aproximadamente 50 minutos (retire a tampa do papel alumínio, espete um palito e, se sair sem massa agarrada, é porque está no ponto).

5 Retire do forno e deixe esfriando por cerca de meia hora. Retire o bolo da caixa e corte em fatias entre 2cm e 3cm. Coloque em um prato retangular, de preferência, e sirva acompanhado de matcha ou um chá de sua preferência.

Dicas

Existem lojas de confeiteiro que vendem caixas prontas para fazer bolo de pão de ló. Há ainda a opção de comprar essas caixas em lojas online.

Restrição de uso
Receita pertence à página Japanese Food do Canal NHK World / Tradução do Mundo-Nipo.com (MN).  É permitida a reprodução somente para fins educativos desde que com o devido crédito ao MN, com link direcionando para mundo-nipo.com. Para reprodução com fins comerciais, leia a Restrição de uso.

Fonte:https://mundo-nipo.com/culinaria/13/05/2019/receita-de-kasutera-pao-de-lo-a-moda-japonesa/

quarta-feira, 24 de junho de 2020

O amor

O amor
O amor é brisa suave,
É alegria no coração,
É flor que desce ao relento,
É dor que acaba na solidão.
Se pudesse dizer o que sinto por você,
Será que é amor,
Será que é sentimento doce,
Será que é a dor?
Será que é ilusão,
Será uma pureza,
Será solidão,
Ou será uma tristeza?
Lembranças estou a sentir,
Espero com ansiedade,
O amor em nós há de existir,
Nessa nossa jovem idade.

Gesiel Marcone

Um dos lados pobres da Rede Globo

Ta vendo tantas coisas por traz da Rede Globo. O Roberto Marinho era podre muito

 


 Racista Manipulador

                                   




                                   
                     

terça-feira, 23 de junho de 2020

Cerimônias e Costumes

Cerimônias e Costumes

Resgatar e difundir a cultura oriental são os principais objetivos da Festa do Akimatsuri, que acontece em 2012 nos dias 13,14 e 15 de abril. Assim, como nos anos anteriores, os visitantes terão a oportunidade de “viajar” ao Japão, conhecendo um pouco mais sobre as tradições que sobrevivem há milênios.

O Tanabata, Cerimônia do Chá, Ikebana, Origami e Tooro Nagashi são exemplos da riqueza da cultura oriental. São ritos e cerimônias realizadas há anos que permanecem vivas dentro do Akimatsuri. Mas qual seriam suas origens e significados?


Taikô

No Japão a palavra Taiko significa "grande tambor". Em outros países, a palavra é usada para referir-se a alguns tipos de tambores japoneses ('wa-daiko', Tambor Japonês, em Japonês).

Os Taikos eram freqüentemente usados, na época feudal, para motivar as tropas, ajudar a marcar o passo na marcha e anunciar comandos e anúncios marciais. Ao se aproximar ou entrar no campo de batalha, o taiko yaku (tocador de tambor) era responsável por determinar o passo da marcha.


Tanabata




O Tanabata Matsuri é o costume de escrever pedidos ou desejos em tiras de papéis coloridos, chamados de tanzaku, que ocorre na data de 7 de julho no Japão. Quem for ao Akimatsuri e visitar o Pavilhão de Exposição Agrícola e Cultural poderá adquirir tanzaku e amarrá-los nos galhos de bambus, colocados junto aos enfeites. Cada cor significa um tipo de pedido: branco (paz), rosa (amor), vermelho (paixão), verde (esperança) e azul (saúde). Após o término da festa, todos os papéis são queimados para que a fumaça leve os pedidos ao céu, na expectativa de serem realizados. A tradição tem origem numa lenda folclórica chinesa introduzida no Japão no século VIII, a princesa Orihime e o pastor Hikoboshi, ao se apaixonarem, deixaram de cumprir suas obrigações provocando a ira do Senhor Celestial, que os transformou em duas estrelas e foram separadas pela Via Láctea. Comovido com a tristeza em que os dois ficaram, o Senhor Celestial permitiu que se encontrassem uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês. A partir daí, surgiu o Tabanata Matsuri, comemorado todos os anos na festa do Akimatsuri.

Cerimônia do Chá




A cerimônia do chá - o chanoyu - é um ritual com sete séculos de história, que consiste em servir e beber o "matcha", um chá verde pulverizado. Os convidados usam vestes especiais, louças antigas e raras, e cumprem vários procedimentos (cumprimentos, esperas, saudações) que sugerem a paz e despojamento.

Essa cerimônia simboliza tudo o que, na cozinha japonesa, se opõe ao modo de comer, apressado e desatento, representado, nos tempos atuais, pelo fast-food. Os pratos e ingredientes japoneses são plenos de significados simbólicos, não somente nutritivos. Um simples fio de macarrão, por exemplo, pode representar a continuidade da vida, a prosperidade de uma família.


O chanoyu tem desempenhado importante papel na vida artística do povo japonês, pois envolve a apreciação do cômodo onde é realizada, o jardim que o circunda, os utensílios utilizados e a decoração do ambiente. Representando a beleza da simplicidade estudada e da harmonia com a natureza, o espírito do chanoyu moldou o desenvolvimento da arquitetura, jardinagem paisagística, cerâmica e artes florais no Japão.

De acordo com a história registrada no país, o chá foi introduzido no Japão por volta do século VIII, originário da China, onde era conhecido desde o Período da Dinastia Han Oriental (25-220DC). O "matcha", conforme é usado na cerimônia do chá de hoje, ainda não era conhecido naquela época, mas já era muito precioso e usado também como remédio.

O costume de beber "matcha" difundiu-se não só entre os sacerdotes de Zen, mas também entre a classe superior. O desenvolvimento das maneiras cotidianas da maioria dos japoneses tem sido influenciado basicamente por formalidades como as que são observadas na cerimônia chanoyu. Prova disso é o costume bastante difundido entre as moças antes do casamento de receber aulas dessa arte a fim de cultivar a postura e o refinamento vindos da etiqueta da chanoyu.

Origami




Origami é a arte japonesa de dobrar o papel. A palavra tem origem do japonês ori (dobrar) kami (papel). Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores diferentes, prosseguindo-se sem cortá-lo.

No entanto, a cultura do Origami Japonês não se restringe a estas definições. Pode-se também cortar o papel durante a criação do modelo, ou começar com outras formas de papel que não seja a quadrada (retangular, circular ou outras).

Segundo a cultura japonesa, aquele que fizer mil origamis tem direito a um pedido. Os japoneses sempre foram muito cuidadosos em não desperdiçar, por isso guardavam sempre todas as pequenas réstias de papel e usavam-nas nos seus modelos de origami.

Durante séculos, não existiram instruções para criar os modelos de origami, pois eram transmitidas verbalmente de geração em geração. Esta forma de arte viria a tornar-se parte da herança cultural dos japoneses. Em 1787, foi publicado um livro (Hiden Senbazuru Orikata) contendo o primeiro conjunto de instruções origami para dobrar um pássaro sagrado do Japão. O Origami tornou-se uma forma de arte muito popular, conforme indica uma impressão em madeira de 1819 intitulada "Um mágico transforma folhas em pássaros", que mostra pássaros a serem criados a partir de folhas de papel.

Soroban




É um ábaco, antigo instrumento de cálculo, formado por moldura com bastões ou arames paralelos usualmente usado para ensinar as crianças a fazerem contas de soma e divisão. Mas o Soroban tem um diferencial: é um ábaco japonês, com apenas cinco contas, ou pedrinhas em cada ordem numérica.

Com o uso, o instrumento sofreu uma série de aperfeiçoamentos que geraram técnicas rápidas para executar qualquer cálculo: adição, subtração, multiplicação, divisão, raiz quadrada e outros.

Alguns praticantes usam a mesma técnica para fazer cálculos mentais, com habilidades para fazer cálculos de algarismos enormes para os padrões ensinados nas escolas.

O Soroban garante aos praticantes outras habilidades, como:

- Melhora na concentração e memorização, principalmente para números;
- Visualização e inspiração apuradas;
- Observação mais atenta;
- Processamento de informações de maneira mais rápida;
- Aumento da “velocidade auditiva”;
- Cálculo mental.

Quem tiver interesse, poderá participar de um workshop de soroban que será realizado durante a Festa do Akimatsuri no Pavilhão Cultural.

Shodo




Shodo é a caligrafia japonesa, geralmente escrita com sumi (tinta preta) e pincel, sobre um papel artesanal muito fino, utilizando caracteres japoneses ou chineses. Delicadas, as peças devem ser manuseadas com cuidado e, preferencialmente, protegidas em uma moldura. “Sho” significa caligrafia e “Do”, caminho.

Tradicionalmente são encontrados em templos, palácios e no “tokonoma” das casas, uma espécie de relicário. Hoje, podem ser vistos em todos os lugares. Nas casas de estilo ocidental no Japão, são pendurados ao lado de quadros e fotografias. São bastante comuns em hotéis, restaurantes e áreas de recepção de empresas.

A peça de Shodo é normalmente escolhida com um propósito, seja como sorte, prosperidade, longevidade, sucesso, ou simplesmente porque é bonita. Freqüentemente, há um elemento sazonal no Shodo, sendo substituído no Japão, conforme a estação do ano ou evento. O Shodo pode ser feito para uma ocasião especial, como uma cerimônia do chá ou matsuri.



Tooro Nagashi

O tooro nagashi é um ritual em que as pessoas soltam nos lagos ou em rios lanternas em forma de barquinhos feitos de papel, palito e isopor, iluminados com uma vela em seu interior. No Japão é realizado no mês de agosto no Dia de Finados, por acreditar que as almas dos falecidos retornem às casas de seus familiares na data.

Por esta razão, é celebrado o ritual para rezar pelas almas dos antepassados e a necessidade da luz da vela é para conduzir a alma para o lugar de onde veio com segurança. Nessa ocasião tem-se o costume de pedir por saúde, proteção e prosperidade.

Esta prática começou há séculos, mas se tornou muito popular após a explosão da primeira bomba atômica na cidade de Hiroshima, no Japão. Os barquinhos foram confeccionados para homenagear e lembrar as vítimas da explosão e solicitar a PAZ.

Assim, hoje é conhecido como um meio de se transmitir mensagens de paz, assim como confortar os espíritos dos mortos de cada família.

Culinária






A cozinha japonesa é especialmente preparada, valorizando-se os sabores e a apresentação estética. A forte presença de pescados nos pratos japoneses caracteriza-se pelo país ser cercado de mar e cortado por rios.

O peixe cru é raro na mesa cotidiana, mas usam-se muito peixes secos, principalmente nos temperos e caldos. Os legumes são cortados em pequenos formatos e preparados cozidos ou em conservas. O elemento básico da alimentação é o arroz, tão importante que, na Idade Média, era utilizado como moeda de pagamento de impostos. O molho (shoyu) e a pasta de soja (missô) dão um sabor característico à cozinha de todo o país.

Os pratos de refeição japonesa são servidos simultaneamente. Incluem uma sopa, um cozido, um grelhado, guarnições de legumes e o arroz. No almoço, a refeição é simplificada: arroz, ovo cru, algas, conserva e sopa de missô.

Comidas típicas que podem ser encontradas no Akimatsuri: Yakissoba (macarrão cabelo de anjo ou talharim de farinha de trigo integral frito com cebola, repolho, carne ou legumes), Tempurá (pedaços de verduras, peixes e camarões empanados em farinha e fritos em azeite), Sashimi (pedaços de peixe ou frutos do mar crus servidos com nabo picante, molho de wasabi e soja), Sushi (peixe ou frutos do mar crus enrolados com arroz).

Fonte:https://www.akimatsuri.com.br/cerimonias-e-costumes

domingo, 21 de junho de 2020

Natália, o amor que surpreende.

Natália, o amor que surpreende.

Natália era uma mulher de grandes qualidades, uma mulher que atraía os homens não só pela
sua beleza, mas pelo seu caráter, jeito simples, retidão e amor sincero que carregava em seu
peito.
Ela se apropriava do amor na forma mais bonita que esta frase possa ter. Ela nutria os mais
conhecidos tipos de amor: Amor Ágape, que é o amor maior, pois tem origem no próprio Deus
que é a revelação clara desse amor; amor Philos, que é o amor-amizade, fraternal, social e o
amor Eros, que é representa o amor sexual, carnal, repleto de paixões inebriantes, a pura
atração física, que manifesta o instinto de união e reprodução. Mas ela guardava em si um
sentimento forte por alguém, crescia nela principalmente o amor Eros. Estava apaixonada por
um rapaz que conhecera anos antes numa excursão de estudantes. Foi amor à primeira vista.
O que Natália sentia por ele era um sentimento muito forte, de muito mais alcance do que o
ultimo amor descrito acima. Ela soube que Daniel estava de volta à sua cidade depois passar
uma temporada em outra cidade.
Passaram-se exatamente dois anos que tinham se conhecido pessoalmente e deste então ela
teve pouco contato com ele seja por telefone ou e-mail. Ela era um tanto tímida e não
conseguia contar para ele o que sentia. Natalia então pediu a uma amiga para marcar um
encontro com ele. Ela superou qualquer timidez para falar de novo com ele pessoalmente, pois
o amor que sentia era indescritível e acima de tudo puro e verdadeiro. A cidade era pequena e
nela existia um local de bem romântico, cercado de lindas árvores, um belo rio cortava o
bosque e sobre ele uma ponte pequena, mas bonita. Daniel desde quando a conheceu anos
atrás a achou simpática, meiga e muito educada, mas a princípio, o amor dele por ela não era
recíproco. Durante todo este tempo distante ela pensava nele dia após dia, sonhava com ele
os mais lindos sonhos. Para ela não existia homem mais especial do que Daniel. Ela com 21
anos, só teve apenas um namorado. Chegou o momento do encontro: eram cinco horas da
tarde, Natalia dava passos lentos e cheios de alegria para encontrar com ele. Então se
cumprimentaram, deram um afetuoso abraço e Daniel percebeu que estava tão ansiosa que
parecia tremer de emoção, parecia que ela não acreditava que estava do lado do seu grande
amor.... O rapaz percebeu que precisava conduzi-la para um local onde havia um banco
próprio para casais de namorados. Ela derretida de paixão e obteve forças psicológicas para
exprimir o que sentia por ele. E Daniel resolveu beijá-la na boca o que a fez ficar ainda
desconsertada e surpresa para o primeiro encontro. Se bem que era isso mesmo que ela
queria... Natalia havia sonhado na noite anterior com este momento, mas no sonho ela
chamava pelo nome dele e ele parecia não ouvir, tentava segurá-lo pela mão, mas ele se
esvaia. Ela visualizava também um belo casal de filhos. Será que era deles. Ao acordar ficava
pensativa com tal sonho. Outras vezes sonhava fazendo amor com Daniel na forma mais bela
possível. Marcaram um novo encontro. E a cada encontro Daniel se sensibilizava mais com tão
grande amor de Natalia e assim o seu amor por ela também crescia.
Natalia tinha um talento incrível para escrever, de preferencia poesias. Ela havia concluído o
segundo grau (atual Ensino Médio) havia 3 anos e Daniel cursava o terceiro período de
engenharia civil. Embora a diferença de classe social fosse notória, Daniel percebeu que ela
poderia ser sua companheira ideal. Começaram a se encontrar em vários pontos da cidade e a
família de ambos já desconfiava do romance. E surpreendentemente, ele não a decepcionou, e

os laços de um amor verdadeiro só cresciam e os pais das duas famílias exigiam a confirmação
do noivado.
Para Natalia era um sonho que ela não queria acordar, o único problema era que ele tinha uma
pessoa que também gostava dele em outro estado e até mesmo em outro país. Mas mesmo
assim com toda dedicação, Natalia o fez convencer a acabar qualquer relacionamento com
outras mulheres. Ela que já havia passado por momentos de depressão pela morte do pai,
sentia em Daniel força para viver, embora sofresse com tanta saudade dele durante o tempo
em que estavam distantes. Pensava em Daniel das mais variadas formas, na sua maioria
refletindo um amor realmente verdadeiro...
Marcado o dia de comemorar o noivado, convidaram as pessoas mais próximas para este
momento como parentes e grandes amigos. Era tudo que ela queria, mas faltava o principal: o
casamento. Daniel precisava retornar à cidade que morava para continuar os estudos.
Tiveram que esperar mais um bom tempo para se casar. Mesmo sem ele, ela costumava
visitar o lindo e paradisíaco local do encontro e lá escrevia poesias. Suas amigas estranhavam
este amor por ser tão forte, mas com o mesmo tempo percebiam que era algo sincero e sério.
Ele era a fonte de inspiração para os poemas dela.
Com apenas 12 anos ela já escrevia poemas e belos textos reflexivos, entretanto seus pais
nunca incentivaram efetivamente a estudar, ela persistia em adquirir conhecimento e desejava
ser alguém importante na vida. E toda esta força de vontade encantou Daniel. Nos seus
encontros românticos ela costuma relatar sua vida para ele. Não foi fácil para ela terminar o
segundo grau e agora ela trabalha na recepção de um hotel e se prepara para prestar
vestibular para jornalismo. Após este parêntese continuemos a falar da vida amorosa de
Natália.
Na verdade, muitas outras moças invejavam do namoro dela, pois seu namorado era bonito,
inteligente e de boa família. Mas felizmente, após a conclusão do seu curso, Daniel retorna
para se casarem, era a concretização de um sonho. Foi uma festa linda com muitos
convidados. No entanto no dia do casamento, Daniel passou mal e foi diagnosticado com
câncer e mesmo assim se casaram. Passados dois anos de luta contra o câncer, ele obteve a
cura. O jeito dele extrovertido e alegre o ajudou na superação da doença. Passados quase dois
anos tiveram um casal de filhos lindo e saudáveis. Em sociedade com um primo, Daniel
montou uma pequena construtora. Daniel gostava de comentar com seus pais que não havia
um amor maior do que o de Natalia. Noites de sono perdidas pensando no amado não foi em
vão. E para Natália temos o fruto do seu esforço: O certificado de conclusão do curso de
Jornalismo.
Fica a lição que o amor verdadeiro é paciente, é sincero, aproveita as qualidades em
detrimento dos defeitos do outro, mantem confiança em Deus e acima de tudo, todas
divergências de uma vida conjugal são dirimidas por um amor verdadeiro em que os ciúmes
são controlados, a confiança reina e o amor de Deus se faz sempre presente.

Gesiel Marcone

Descansarei Etiene

                        Descansarei
                        Etiene





Cobre-me
Com tuas mãos
Com poder
Vem me esconder, senhor

Se o trovão e o mar se erguendo, vem
Sobre a tempestade eu voarei
Sobre as águas Tu também és rei
Descansarei pois sei que és Deus

Minh'alma está
Segura em ti
Sabes bem
Quem em Cristo firme estou

menubuscar

Descansarei
Etiene

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Cobre-me
Com tuas mãos
Com poder
Vem me esconder, senhor

Se o trovão e o mar se erguendo, vem
Sobre a tempestade eu voarei
Sobre as águas Tu também és rei
Descansarei pois sei que és Deus

Minh'alma está
Segura em ti
Sabes bem
Quem em Cristo firme estou


Se o trovão e o mar se erguendo, vem
Sobre a tempestade eu voarei
Sobre as águas Tu também és rei
Descansarei pois sei que és Deus

(Minha alma está segura em ti
Ó meu Senhor)

Cobre-me, com tua mão, com teu poder
Vem me esconder!

Descansarei, descansarei!

Pois sei que Tu és Deus
Eu sei que Tu és Deus

Descansarei, descansarei
Pois sei que és Deus

Fonte:https://m.letras.mus.br/etiene/922476/