segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Estagiário técnico esfaqueia colega em Gifu

Estagiário técnico esfaqueia colega em Gifu



Ocorreu crime de tentativa de assassinato em um alojamento dos funcionários de uma empresa em Gifu.

Prédio de apartamentos que serve de alojamento, onde ocorreu o crime (CBC TV)

Por volta das 17h55 um estagiário técnico esfaqueou o colega em um alojamento na cidade de Motosu (Gifu), com uma faca com lâmina de 16 centímetros. 
Um colega ouviu a gritaria e foi até o apartamento vizinho para ver o que estava acontecendo. Flagrou um deles com a faca na mão e chamou pelo 119. 

A vítima, funcionário regular da empresa, de 22 anos, teve cortes na cabeça, abdômen e coxa esquerda, mas na hora em que foi socorrido estava consciente. A identidade desse não foi informada.

O criminoso, estagiário técnico do Vietnã (ドー・スァン・ロック), também de 22 anos, foi preso em flagrante. 

Embora tenha sido preso por tentativa de homicídio, o vietnamita nega parcialmente dizendo “não quis matá-lo”. 

Fontes: Sankei e CBC TV

domingo, 29 de dezembro de 2019

TAIKO – O TAMBOR JAPONÊS

TAIKO – O TAMBOR JAPONÊS

O taikô é um instrumento de percussão, cuja superfície é confeccionada com pele de animal. É tocada com a mão ou com o uso de uma baqueta, mas sempre exige do músico a habilidade rítmica e o preparo físico para sustentar batidas homogêneas e obter som satisfatório.

Foram encontrados bonecos “haniwa” do século V, feitos em terracota que carregam no ventre um tambor. Pinturas do início do século XII já retratam o chodaikô, do tipo gongo, e o tandôdaiko, com o corpo mais achatado. Todos os registros comprovam que o taiko está presente na história da música japonesa há quase 1.500 anos. O taiko é utilizado quase sempre em festividades xintoístas, mas eventos budistas também empregam o taiko.

O tipo de taikô mais utilizado em apresentações no Brasil é o Chodôdaiko. São taikos feitos com tronco de madeira cavada. Geralmente medem 45 a 60 cm de diâmetro, mas podem chegam a 1,50m. Com a escassez crescente de madeiras nobres, os preços de um taiko ficaram muito elevados. Um grande chodôdaiko pode valer tanto quanto um Rolls Royce, e mesmo um de tamanho pequeno pode custar o preço de um veículo popular.

Nos últimos tempos os corpos do taiko são confeccionados com uma resina de uretano, com custo mais reduzido.O maior taiko é o Okedaiko, que utiliza a pele bovina, tem forma de tonel e é amarrado com barbante. Pode ter mais de três metros de diâmetro e pesar mais de uma tonelada. O okedaiko pode ser executado por até dez pessoas, utilizando-se de baquetas.

USO DO TAIKO NA GUERRA

No Japão feudal, taikos eram frequentemente usados para motivar as tropas, para ajudar a marcar o passo na marcha e para anunciar comandos e anúncios marciais. Ao se aproximar ou entrar no campo de batalha o taiko yaku (tocados de tambor) era responsável por determinar o passo da marcha, usualmente com seis passos por batida do tambor (batida-2-3-4-5-6, batida-2-3-4-5-6).

De acordo com uma das crônicas históricas (o Gunji Yoshu), nove conjuntos de cinco batidas serviam para levar um batalhão à batalha, enquanto nove conjuntos de três batidas aceleradas três ou quatro vezes e seguidas pelos gritos “Ei! Ei! O! Ei! Ei! O!” era a chamada para avançar e perseguir o inimigo.

Taiko significa tambor na língua japonesa. É um instrumento que expressa sentimentos de alegria, ira, tristeza, prazer, dando-se a sensação de deslocar os nossos espíritos até os antepassados.

A origem do Taiko data-se da Era Joumon e Yagoi há dois mil anos e eram utilizados como meio de comunicação entre as pessoas que estavam em locais diferentes. Era também utilizado em festividades religiosas e sociais, um valioso instrumento de comunicação com a alma dos antepassados e com os Deuses.

O uso militar do Taiko nas guerras, o “judaikô” servia para animar os soldados, levantando a sua moral, marcando o ritmo das marchas. Sendo importante para minar o ânimo dos soldados inimigos dando sensação de que pelos atacantes eram muitos mais numerosos pelo barulho que faziam a noite toda não deixando ninguém dormir por dias e dias.

Até nos dias atuais ainda existem vilas no Japão onde as horas são anunciadas pelo Taiko, mantendo a tradição milenar em vez de anunciar as horas por sirene ou sino.

O Taiko é uma cultura que tem por objetivo a manutenção da tradição, seus valores culturais e morais.

Fala-se em alma do Taiko (entenda-se, cultura do Taiko cuja finalidade constitui-se na confirmação da nossa vitalidade e do grito com os companheiros estimulando-se mutuamente para um viver melhor socialmente).

Assim, aos praticantes do Taiko a sua conduta disciplinar, social e moral são fatores fundamentais para ser companheiro e apoio aos parceiros com reciprocidade.

O instrumento Taiko vem sofrendo muitas mudanças após a Segunda Guerra Mundial, precisamente em 1951, por influência do Prof. Daihati Oguti que introduziu o toque coletivo ao Taiko dando sistema múltiplo, possibilitando o seu uso em concertos, inovando o mundo musical.

A vibração do Taiko som transmite a sensação de dinamismo aos praticantes e aos ouvintes, faz as pessoas se sentirem bem, sendo revigorados.

Os percursionistas do Taiko deve ter como fundamento o lema:

desenvolver um corpo vigoroso, sadio, a coragem, a determinação e o espírito inabalável;implantar o sentimento que preza o respeito ao próximo e a filosofia de humildade e eficácia;adquirir o respeito aos mais velhos, cooperação mútua, amizade, responsabilidade, união e cultivar o caráter e a dignidade;aprender a arte milenar japonesa do Taiko e herdar o valor deste folclore, cultivá-lo, preservá-lo e propagá-lo.

Os praticantes do Taiko devem tocar com o corpo e alma, não basta simplesmente ficar batendo no instrumento para simplesmente fazer barulho, isso qualquer um faz, não precisa estudar e nem ser disciplinado, mas deverá tocar a alma das pessoas que ouvem a sonoridade. Taiko é uma arte, pratica-se música e condicionamento física, possibilitando o prazer, a serenidade, alegria com concentração.

Finalizando, esta é uma explanação muito sucinta, sobre o Taiko que se for filosofar sobre esta arte milenar ficaríamos várias noite discutindo.

Fonte:http://www.anibra.com.br/2017/11/30/taiko-o-tambor-japones/

Arte marcial kendo

Arte marcial kendo

A Prática do Kendo

Kendo é uma arte marcial japonesa baseada no Kenjutsu (arte da espada) e significa “caminho da espada”. A chamam também de a “natureza (Riho) da espada”. Essa técnica foi adquirida pelos Samurais (guerreiros japoneses) por meio de sua experiência em muitas batalhas utilizando a espada, porém não se limita apenas ao manejo da Shinai (espada de bambu), Bokuto (espada de madeira) ou Katana (espada longa japonesa).

Enfatiza especialmente o cultivo do Reigi (etiqueta), da disciplina e do espírito, além de aprender sobre a natureza da espada. Para entender, é importante estudar o espírito do Samurai o qual está inserido na natureza da espada. E para aprender esse espírito, é preciso aprender a usar a espada em treinos rígidos. Esta é a razão pela qual o objetivo do Kendo é geralmente referido com “o caminho para desenvolver o indivíduo”.

O Ken (espada, técnica) é estudado de duas formas: O Kendo com shinai (espada de bambu) e o Kendo Kata, onde é usado o bokuto (espada de madeira maciça) ou o Katana (espada real, com lâmina). Uma característica marcante do Kendo é que a prática e os ensinamentos do Kendo não devem ser remunerados e nem cobrados.

Isto é, não pode assumir caráter profissional ou comercial, salvo a quantia necessária a manutenção do Dojo (academia), sendo essa uma Regra internacional determinada pela IKF. Por estas e outras coisas que fazem dessa arte marcial tão especial em uma das disciplinas japonesas tradicionais mais difundidas no mundo.

Kendo, o caminho da espada

Ao contrário de outras práticas esportivas, o kendô, o judô e o aikidô, não têm como princípio a conquista da vitória. Essas modalidades esportivas visam o aperfeiçoamento, não somente esportivo, mas principalmente, o aperfeiçoamento como ser humano. Daí serem um “caminho”, um meio, e não o fim.

Conhecido como a arte marcial dos samurais, o kendô foi mais difundido a partir do século 16. Porém, tanto o judô como o aikidô, e também outras manifestações artísticas como o ikebana (kadô), caligrafia (shodô) e a cerimônia do chá (sadô) se pautam do mesmo princípio. Todos levam o termo “dô”, que significa “caminho”. É o caminho da perfeição, na verdade inatingível.

Por este motivo, o respeito ao adversário, ao mestre e ao local onde se pratica o esporte é muito valorizado. Há em todas elas profundas regras de comportamento, como o cumprimento ao adversário no início e no final de cada partida, agradecendo ao oponente independente do resultado.

A arte marcial kendo

Kendo é uma espécie de esgrima. Seus lutadores utilizam uma espada de bambu, chamada de shinai e são protegidos por uma armadura pesada com equipamentos de proteção como o bogu. Com o uso destes equipamentos é possível realizar os combates sem risco de lesões causadas pelo impacto dos golpes. Os oponentes procuram esquivar-se dos golpes do adversário e procuram atingir com o bastão os três alvos: a cabeça, o braço e a lateral do tórax.

A ideia original do Kendo foi simplificar o amplo conjunto de técnicas e posturas existentes no Kenjutsu em quatro golpes básicos a partir de uma única postura de luta. Desta forma foi possível difundir o Kendo como uma atividade física onde é possível aliar a competição e o desenvolvimento do caráter.

Kendo no Brasil

No Brasil a técnica do kendo foi difundida através dos imigrantes japoneses. Atualmente quem se destaca em nosso país nessa arte é o Sensei Jorge Kishikawa, 7º Dan Kyoshi de Kendo pelo Japão, a graduação mais alta existente no Brasil. Foi o primeiro mestre a alcançar esta graduação no país através de avaliação feita por uma banca examinadora composta por mestres japoneses.

Por duas vezes foi pentacampeão brasileiro de Kendo, além de conquistar importantes títulos mundiais para o Kendo brasileiro, como a conquista da primeira medalha em competições individuais (Tóquio, 1977), 2º lugar no mundial de Paris (1985) e 3º lugar por equipes no torneio mundial de Seul (1988), dentre muitos outros.

Fonte: http://www.japaoemfoco.com

Curiosidades Sobre a Comida Japonesa

Curiosidades Sobre a Comida Japonesa


1. Principais temperos: açúcar, vinagre, limão, shoyu e gengibre

A comida japonesa é tipicamente agridoce. Vários pratos e molhos são temperados com molho shoyu (à base de soja, substituindo o sal), vinagre e açúcar. Até mesmo os menos prováveis, como o arroz usado na preparação dos sushis, levam açúcar. Essa combinação exótica é um tempero base, mudando, muitas vezes, de um molho ou de um prato para o outro, apenas a proporção entre shoyu, açúcar e vinagre.
Além da questão do paladar, eles consideram que o limão “cozinha” o peixe (como no ceviche, prato típico da culinária peruana). No sashimi de peixe branco (robalo), que vem acompanhado de uma fatia de limão, observamos isso claramente. Após um certo tempo de contato do limão com o peixe, este fica esbranquiçado. Essa propriedade do limão é aproveitada na produção de vários pratos, dentre eles o popular e delicioso carpaccio de peixe branco, servido com limão e pimenta, cujo nome original é usuzukuri.

O gengibre, por sua vez, é tido por eles como um antisséptico para os pratos ricos em carne crua. Para mim é clara a percepção de que o gengibre limpa as papilas gustativas, aguçando o paladar entre um e outro prato. É muito bom! A raiz forte (wasabi) também tem a propriedade de dar frescor ao paladar, mas como o próprio nome diz, ela tem um sabor muito forte, não agradando a todos. O ideal é diluir uma pequena quantidade de wasabi na sua porção de shoyu.

2. Diferença entre os pratos frios básicos

Para nós, brasileiros, parece que toda comida japonesa tem um nome quase impossível de se gravar, terminado em i ou u! Kkkkkkk… Uma curiosidade que aprendi na minha “viagem” ao Japão, é que a maioria das palavras é oxítona. Até mesmo o famoso shoyu se pronuncia “shoyú” (com a sílaba forte no u). Desta forma, todos os pratos abaixo possuem uma pronúncia oxítona, OK? Aprenda certinho e arrase na mesa com seus amigos!

Sushi: arroz japonês enrolado em forma de rocambole, com ou sem alga, com recheios variados, cortado em fatias. Alguns têm cobertura também. Os nomes dos sushis variam de acordo com a posição da alga (por dentro, por fora ou enrolada com o arroz) e com as diferenças na preparação (empanado, quente…) e nos recheios.

Sashimi: fatias de peixe cru, mais grossas que o carpaccio. Os sashimis mais comuns são de robalo, atum, tilápia e salmão. Mas há também sashimis de polvo, kani e camarão.

Niguiri: uma massa de arroz japonês compridinha, com algo em cima – geralmente peixe ou fruto do mar. Alguns levam vegetais, limão ou cream cheese por cima. Pode ou não vir enrolada com uma alga no sentido transversal. A novidade para mim foi o niguiri tamago, coberto com uma fatia finíssima de rocambole de ovo, parecido com um omelete, temperado com vinagre e açúcar. Delicioso!
Temaki: cone feito com alga, recheado com arroz japonês e outros ingredientes, como peixes, vegetais, frutas, molhos, etc.

3. O que há de especial no arroz japonês

O arroz japonês tem um formato mais redondinho. Mas a principal diferença dele em relação ao nosso é seu teor de amido. Por possuir muito mais amido que o nosso agulhinha, possui uma consistência diferente e, após cozido, os grãos ficam mais grudadinhos. Por isso conseguimos comê-lo usando os famosos pauzinhos, chamados hashis (lembre-se da pronúncia forte na última sílaba, viu? Não diga “háshi”). Mas não confunda as coisas! Ele não é um arroz empapado! Quando passado do ponto de cozimento acaba quase por formar uma massa, apresentando uma consistência ruim… Eu comi arroz japonês puro, cozido apenas na água, e posso afirmar que ele é muito mais saboroso que o nosso!

4. Como usar o shoyu corretamente

A maneira correta de molhar as peças no shoyu é diferente do que nós, brasileiros, estamos acostumados. Assim como o ponto de cozimento do arroz japonês diz muito sobre quem o preparou, o tempero dos sushis, gunkans, niguiris e temakis, dentre outras receitas que levam arroz em seu preparo, dizem muito sobre a qualidade do trabalho do sushiman. Para os japoneses, colocar shoyu no arroz não permite que saboreemos o tempero do prato. E para saborear a comida japonesa, preparada com tanta técnica, o ideal é molhar com shoyu apenas as carnes sem tempero, como os sashimis ou a parte de cima dos niguiris. Além disso, o shoyu deve ser usado em pequena quantidade (sem mergulhar o sashimi inteiro no molho). Segundo a cultura japonesa, molhar o arroz com shoyu é um crime proporcional ao uso de catchup na pizza dos italianos.

5. Pratos nipo-brasileiros

Para os japoneses mais tradicionais, há alguns pratos “japoneses” conhecidos por nós que não são conhecidos deles. Como? É que os restaurantes têm se adaptado ao nosso paladar e aos nossos ingredientes para atender uma demanda cultural e comercial crescente. Por lá não existe manga, banana, morango, cream cheese ou tomate seco como vemos nos sushis por aqui… Esse pratos foram desenvolvidos especialmente para nos agradar! Da mesma forma, o kani kama, que para eles é carne de caranguejo prensada, para nós é apenas uma massa de peixe aromatizada com essência de caranguejo.

Fonte:http://www.anibra.com.br/

Jovem mata a mãe e toca fogo no corpo dela por causa de 10 reais.

Jovem mata a mãe e toca fogo no corpo dela por causa de 10 reais.

Um jovem de 19 anos que confessou ter matado a mãe a facadas e depois atear fogo no corpo dela alegando que a vítima não quis dar para ele R$ 10, segundo o delegado Rodolfo Daltro, do Serviço de Investigações Gerais (SIG). 

Conforme Daltro, o crime aconteceu na última segunda-feira (23), em Dourados, no estado do Mato Grosso do Sul e o suspeito, Paulinho Cabreira foi ouvido na quinta-feira (26). Ele foi indiciado por homicídio qualificado e liberado por não estar mais em condição de flagrante. 


Segundo o delegado, Paulinho e a mãe, Marina Cabreira, de 42 anos, estavam bebendo na casa do namorado dela, um homem de 57 anos, que adormeceu e quando acordou encontrou o corpo da vítima em chamas. De acordo com a ocorrência, o namorado chegou a ser detido e liberado em seguida. 


Segundo a polícia, Paulinho confessou o crime, tendo relatado que se encontrava embriagado e, ao acabar a “cachaça”, pediu R$ 10 para a sua mãe, que se negou a dar a quantia. O delegado ainda reforçou que Marina era agredida constantemente pelo filho que já havia tentado estuprá-la há dois meses.

Fonte:http://www.macaubenselife.com.br/2019/12/jovem-mata-mae-e-toca-fogo-no-corpo.html?m=1

sábado, 28 de dezembro de 2019

Saída para o feriado prolongado lota aeroportos e estações de trem

Saída para o feriado prolongado lota aeroportos e estações de trem

Um grande movimento de pessoas foi registrado neste sábado (28) em estações de trem e aeroportos, muitas retornando para suas cidades natais ou saindo de férias.

Começa o feriado. Na image acima, o Aeroporto de Narita na manhã de sábado (28) – NHK

Pessoas retornando para suas terras natais ou saindo de férias congestionaram estradas, aeroportos e estações de trem no Japão.

Empresas da Japan Railways disseram na manhã de sábado (28) que vagões não reservados de trens-bala partindo de Tóquio estavam com sua capacidade 100% preenchida. Já as companhias aéreas dizem que voos partindo de Tóquio ou Osaka estavam completamente reservados ao longo deste sábado.

Estradas estavam congestionadas e algumas áreas poderão ter engarrafamentos na noite de hoje.

Na estação de Tóquio da JR, famílias levando várias malas faziam filas e mais filas para o trem-bala.

O Aeroporto de Narita, na província de Chiba, estava muito movimentado com viajantes seguindo para destinos no exterior.

A previsão era de que mais de 62 mil pessoas partiriam de Narita neste sábado, o recorde para o período quando as partidas de fim de ano atingem o pico.

Oficiais de companhias aéreas estimam que as multidões estão sete vezes maiores do que no ano passado.

Voos de longa duração com destino aos EUA e Europa são populares, visto que neste ano as pessoas poderão desfrutar de um período de férias de 9 dias, deste sábado até o domingo da próxima semana.

Entretanto, voos com destino a Hong Kong terão 10% a menos de passageiros em meio aos protestos pró-democracia e ações policiais.

Oficiais também esperam uma queda de 20% no número de turistas partindo do Japão para a Coreia do Sul, refletindo as tensas relações entre os dois países.

No Aeroporto Internacional de Kansai, na província de Osaka, oficiais estimam que cerca de 42.300 pessoas viajem neste sábado, sendo que o destino mais popular é a China, seguida pelo sudeste asiático.

Fonte: NHK World

Japão: poderoso prato das 7 ervas para ter muita saúde durante o todo o ano

Japão: poderoso prato das 7 ervas para ter muita saúde durante o todo o ano




Conheça os 10 benefícios do mingau 'nanakusagayu'! Saiba onde encontrar as 7 ervas e como preparar a receita fácil e saborosa para ter saúde o ano todo!

Mingau chamado de nanakusagayu (Wikipedia)

É tradição servir-se de uma tigela do saboroso e nutritivo mingau chamado de nanakusagayu em 7 de janeiro. Compreenda essa tradição e veja como é fácil preparar com a receita abaixo. Que tal servir para sua família?
Em todos os supermercados são vendidos kits contendo essas 7 ervas, todas típicas de fim de inverno para o começo da primavera. Reconheça essa embalagem com esses dois ideogramas: 七草 (lê-se nanakusa).

Primeiramente conheça cada uma delas e suas poderosas propriedades.

Seri (セリ ou 芹) é conhecida como salsa japonesa ou aipo chinês: tem propriedades para elevar a temperatura do corpo, fazendo a pessoa transpirar. Também, restabelece o funcionamento do fígado e do estômago, e tem o efeito de purificação contribuindo para diminuir a taxa de colesterol. É rica em betacaroteno, vitaminas B2 e C, além do cálcio.Nazuna (ナズナ ou 薺) é conhecida como bolsa-de-pastor: muito usada na medicina chinesa, é uma erva para o combate de doenças oftalmológicas, serve para baixar a febre, tem efeito diurético e boa para o organismo feminino.Hahakogusa (ハハコグサ ou 母子草) é a jersey cudweed: muito usada no oriente, especialmente na China, Japão e outros países como o Vietnã, Malásia ou Índia, na culinária para o preparo de arroz doce, kusamochi (bolinho de arroz com erva).Hakobera (はこべらou 繁縷) é a morugem: na Europa é considerada erva daninha, enquanto que no Japão é indispensável como erva e também para alimentar as galinhas na granja. Tem efeitos sobre a artrite, bronquite e reumatismo.Hotokenoza (ほとけのざ ou 仏の座): embora tenha ficado conhecida erroneamente como uma das 7 ervas o nome e a planta correta é koonitabirako (コオニタビラコ ou 小鬼田平子), conhecida como youngia japonicano Brasil.Suzuna (すずな ou 菘) é o nabo redondo: as folhas possuem vitaminas C, A e do complexo B, além de ter fibras para ajudar o intestino. A raiz do nabo tem praticamente as mesmas propriedades do vegetal primo, o rabanete. O nabo é considerado um purificador do sangue, além de antiinflamatório e contribui para o controle do colesterol.Suzushiro (すずしろou 蘿蔔) é também conhecido como daikon(ダイコン) e no Brasil é o nabo-daikon: suas propriedades nutritivas vão além da culinária, sendo usado para combater a tosse ou o suco para fortalecer os ossos. É uma hortaliça rica em cálcio e potássio. Por isso, ótima para cabelos, unhas e dentes.
Foto: PM

Porque se servir do mingau nanakusagayu

Desde a Era Heian, sabe-se que os japoneses já se serviam desse leve mas poderoso mingau chamado de nanakusagayu (七草粥), apesar do costume ser oriundo da China. Tem também o sentimento de desejo de passar o inverno com todos os nutrientes que o corpo precisa.  

Nos tempos atuais a receita é mais simples e, além de afastar os infortúnios e obtém-se a riqueza da longevidade, ainda faz com que a pessoa feche o modo festividades, iniciando de vez o novo ano com muita energia. Além da explicação dessa tradição, o delicioso e leve nanakusagayu tem o poder de relaxar o estômago depois de tantas guloseimas e bebidas das festividades.

10 benefícios do mingau

Cor: a pele do corpo ganha brilho  Potência: aumento da energiaKotobuki: ganha longevidadeTranquilidade: conforto para o corpo porque não se come demaisAparelho urinário: refrescanteAparelho digestivo: qualquer coisa que tenha comido antes não provocará aziaPrevenção: xô para a gripeFome: nada de fome com esse alimento que nutreSede: o corpo se hidrataIntestino agradece: espanta a prisão de ventre

Receita para 4 pessoas

Cozido na panela de barro ou cerâmica fica melhor ainda (Flickr)

Ingredientes

1 copo de arroz branco1 porção de nanakusa (pacote comprado no supermercado)1 colher de chá e meia de sal (pode ser o que usa sempre ou marinho, do Himalaia)1 porção, a gosto, de gergelim preto e do branco

Modo de preparar

Lave o arroz normalmentePegue uma panela de barro (ou a que tiver) e coloque o arroz com 900 ml de água para cozinhar em fogo altoQuando começar a ferver baixe o fogo para fraco e cozinhe por 30 a 40 minutosSe perceber que está derramando, desloque um pouco a tampa da panelaEm uma panela à parte, ferva a água. Em seguida, mergulhe as 7 ervas e retire-as em seguida. Corte-as no tamanho desejadoFaltando uns 5 minutos para finalizar o mingau de arroz, coloque o sal e mexaColoque as ervas cortadas e mexa bemEspere terminar o cozimentoSirva em tigelas, cobrindo com gergelim preto e branco, a gosto

A sugestão é se servir desse delicioso mingau no lugar do café da manhã no dia 7 de janeiro. Se preferir pode colocar um fio de azeite de oliva.

Bom apetite! Saúde no Ano Novo!

Fontes: Wikipedia/Ikitoki/web