quarta-feira, 3 de junho de 2020

ASSUSTADOR

O SUICÍDIO-MASSACRE DA GUIANA, JIM JONES E O TEMPLO DO POVO








Quando as autoridades americanas e soldados chegaram a Jonestown, três dias depois do suicídio em massa, o cenário não podia ser mais terrível. Dante Alighieri teria ficado impressionado com a visão do Inferno que se transformou a bucólica colônia agrária do reverendo Jim Jones. Cerca de nove centenas de corpos, entre homens, mulheres e crianças, em estado de putrefação, se espalhavam por toda parte. A maioria encontrava-se estendido pelo chão, fora das casas, com o rosto voltado para a terra. Muitas famílias estavam unidas num derradeiro abraço da morte. Vários corpos já tinham sido mutilados, tendo seus pedaços arrancados por famintos animais selvagens. Jim Jones que se dizia o herdeiro de Cristo e de Lênin, deixara a vida como a verdadeira imagem do Diabo.
QUEM FOI JIM JONES?

James Warren Jones, quando criança chamado de Jonesie, nasceu em Lynn no estado de Indiana – EUA. Filho de um ferroviário que lutara na Primeira Guerra mundial e uma dona de casa. Sua cidade natal não lhe dera bons exemplos, Lynn sofria grande influência da Ku Klux Klan, a qual seu pai era seguidor leal. Em Lynn praticamente não existiam negros. Segundo o próprio Jones, “havia uma lei tácita de que os negros não podiam deixar que o Sol se pusesse sobre suas cabeças”. Falando sobre si Jim Jones afirmou que sua vocação para ajudar as pessoas começou quando ele ainda estava na primeira série do primário; nesta ocasião teria travado um diálogo com um vagabundo que parara próximo de sua casa e vendo que o mesmo estava sem esperança e quase desistindo da vida, se dispôs a ajudá-lo. Com o auxílio de sua mãe, Sra. Lynetta Jones, conseguiu-lhe roupas, deu-lhe comida e finalmente arranjou-lhe um trabalho. Jones casou-se aos 18 anos com uma enfermeira, Marceline Baldwin, logo após sair da escola secundária; ainda titubiando entre seguir a carreira médica e clerical. Estudou para ser pastor em Indianápolis e aos 21 anos abriu uma pequena igreja ecumênica em 1953, a Assembléia Cristã da Igreja de Deus. Dez anos mais tarde mudou o nome da igreja para Igreja do Evangelho do Templo de Deus. O casal terminou com oito filhos, sendo sete adotivos entre eles um negro e um coreano.


Aos trinta anos, quando o “Movimento” dos negros nos Estados Unidos começava a ganhar muita força, Jones foi nomeado diretor da Comissão de Direitos Humanos de Indianápolis. Rapidamente seu prestígio crescia divulgando-se na imprensa. Cada vez mais o jovem pastor angariava influência no meio político, civil e religioso. Recrutava negros para a sua igreja, pregando igualdade racial e discursava sobre direitos civis, além de distribuir refeições para os necessitados.


Durante os anos de 1961 a 1963, Jim Jones mudou radicalmente sua forma de vida, optando por um estilo missionário. Mudou-se para Belo Horizonte, no Brasil, onde organizou orfanatos e uma missão religiosa.


De volta a sua terra natal, em 1964 foi ordenado ministro da Igreja Cristã, uma seita importante, com cerca de um milhão e 300 mil seguidores.


O reverendo apresentou um grande tino para negócios. Divulgando a possibilidade de holocausto nuclear, apontou a cidade de Ukiah, no norte da California, e de Belo Horizonte, no Brasil, como os lugares que estariam a salvo da radiação. Em Ukiah comprou uma igreja e alguns terrenos. A partir daí estendeu sua influência para San Francisco e Los Angeles, angariando mais adeptos. Destas cidades organizava excursões para sua terra prometida (Ukiah) que lhe rendiam milhares de dólares a cada final de semana. Mas não eram só as excursões que faziam a renda de Jones crescer, segundo ex-membros da seita, ele sistematicamente espoliava os bens de seus fiéis, além de arrecadar constantes contribuições de seu público. Só em cheque de Assistência Social o Templo do Povo arrecadava 65 mil dólares por mês. Os fiéis deveriam contribuir inicialmente com um quarto de seu salário, depois 40% e, finalmente, entregavam tudo o que possuíam. O dinheiro era tão farto que teve que ser distribuído em 15 contas separadas. Também, segundo afirmações de ex-seguidores, possuía cerca de 10 milhões de dólares em contas na Europa, Guiana e California. Depois do suicídio em massa na Guiana, encontrou-se centenas de milhares de dólares em dinheiro e cheques junto ao cadáver de Jones.


Em 1971 Jones comprou uma antiga sinagoga em San Francisco e uma segunda igreja em Los Angeles. As obras de benefício de Jones atraíam a imprensa nacional e sua fama crescia cada vez mais.


Em 1973 Jones enviou a Guiana uma expedição a fim de encontrar o lugar para criação de sua colônia agrícola para os jovens dos guetos. Em 1974, negociou com o governo da Guiana o arrendamento de 27 mil acres na selva, ao norte da pequena cidade de Porto Kaituma. Por esta época havia ocorrido um incêndio na igreja de San Francisco e Jim Jones havia desenvolvido um sentimento de perseguição por forças malignas nos Estados Unidos, as quais supunha pretenderem destruir a vida de sua igreja.


Ao mesmo tempo começaram a aparecer os primeiros dissidentes da seita, que o acusavam não só de tê-los espoliado materialmente, mas também, aproveitando-se de uma terrível dependência emocional e verdadeira servidão religiosa, subtraía-lhes os entes queridos. Filhos, irmãos e irmãs simplesmente davam as costas para seus familiares e seguiam cegamente o reverendo Jones. Além destas acusações apareciam outras ligadas à exploração sexual, inclusive homossexual, as quais eram agendadas por sua secretária. Em contrapartida o ato sexual era terrivelmente condenado por Jones entre os seus discípulos, muitas das vezes até entre os casados. Além de tudo, não faltavam às muitas denúncias de espancamento e humilhação, aplicados como pena em sua seita.


Em 1976 iniciou o processo de Grace e Tim Stoen contra Jones, acusando-o de aproveitar-se do momento de insanidade do casal enquanto seguiam cegamente as suas orientações, fazendo com que eles dessem legalmente para o reverendo a guarda de seu filho, John-John. Neste momento, livres do pesadelo, queriam seu filho de volta. De fato, Jones criava John-John como seu próprio filho e, talvez, o preferido. A um repórter chegou a dizer que na verdade John-John era seu filho natural, pois Tim Stoen o havia pedido para que tivesse relações sexuais com sua esposa e ele aceitou, por achar que isso os faria bem.


Criou-se na California a associação dos “Parentes Preocupados”, que tinha como objetivo denunciar as manipulações de Jones, além de maus tratos (seções de espancamentos), cárcere privado e alienação de seus seguidores.


Em junho de 1977, Jim Jones mudou-se com toda a sua família para a colônia agrícola da Guiana, Jonestown. Ele acreditava que o isolamento na selva faria com que ficasse livre de seus inimigos nos Estados Unidos. Aliás, procurou manter uma certa aproximação com o governo da Guiana, a fim de que lhe fosse garantido o apoio político deste país.


Nos Estados Unidos o deputado Leo J. Ryan, da California, assumiu a liderança nas investigações sobre as denúncias dos “Parentes Preocupados”, iniciando uma cruzada contra Jones a fim de obter permissão para uma comissão de investigação sobre o caso.
O SUICÍDIO-MASSACRE

O deputado Ryan da California conseguiu em fins de 1978 a autorização do Governo dos Estados Unidos para empreender uma investigação profunda sobre as denúncias dos “Parentes Preocupados”. Desta maneira ele organizou uma comissão para ir à Guiana, levando consigo repórteres e alguns dos "parentes preocupados", que tinham a intenção de convencer seus familiares a deixarem de lado as pregações apocalípticas de Jim Jones e retornarem aos Estados Unidos.


Depois de passarem em Trinidad-Tobago chegaram a Georgetown, capital da Guiana. Após dois dias de preparativos e negociações com as autoridades guianesas e representantes do Templo do Povo, finalmente o deputado Ryan e sua comitiva seguiram, no dia 17 de novembro, para Jonestown, a colônia agrícola de Jones. Percorreram um trecho de uma hora, saindo do aeroporto Timehri, em Georgetown, até a pequena pista de pouso de Porto Kaituma, de onde seguiriam de caminhão por uma estrada lamacenta até a colônia.


A visita começou já no início da noite e variou com o humor de Jones, desde uma calorosa recepção, com comidas e músicas, até literalmente a expulsão da comitiva no final da noite, tendo eles que regressar no mesmo caminhão para o vilarejo de Porto Kaituma, onde foram hospedados numa velha discoteca, cujo dono havia sido convencido a deixá-los passar a noite dormindo no chão.


No dia seguinte, 18 de novembro, retornaram para nova visita às instalações de Jonestown. Esta visita foi marcada pela tensão, pois o deputado Ryan insistia em levar consigo os seguidores que desejavam desistir da seita. Apenas no final da tarde a proposta foi aceita por Jim Jones, mas com as observações que os desertores sempre o traíam ao sair e inventavam terríveis mentiras sobre ele e o Tempo do Povo.


À medida que se aproximava a hora da partida, e já estando confirmadas dez deserções, a tensão aumentara ao ponto de um seguidor de Jones tentar assassinar o deputado Ryan com uma faca. Ryan escapou do atentado graças a investida de um membro da comitiva, Mark Lane, sobre o agressor; sendo este o único ferido com a faca. Decidiram partir imediatamente pois em breve estaria escuro, e o clima de tensão sugeria que algo muito grave estaria para acontecer. Embarcaram um total de 16 pessoas no caminhão para seguirem até a pequena pista de Porto Kaituma.


Chegaram à pista por volta das 16:25h. Estavam decidindo a divisão dos passageiros entre os aviões, que já os esperavam, quando da outra extremidade da pista surgiram, a uma distância de 300 metros, um caminhão basculante e um trator puxando uma pequena carreta, vindos da colônia de Jonestown. Isto já indicava que haveria um grave conflito. O avião menor começou a taxiar e neste momento os ocupantes das viaturas de Jonestown iniciaram o tiroteio. Uma parte da comitiva conseguiu escapar por ter fugido para a mata próxima, mas o rápido ataque deixou cinco mortos, entre eles estava o deputado Leo J. Ryan. Outros três ficaram gravemente feridos. Enquanto ocorria o ataque à comitiva, Jones dava início ao macabro ritual de suicídio coletivo, ou "suicídio revolucionário" como ele pregara diversas vezes durante os vários treinamentos anteriores os quais chamava de Noite Branca.
Segundo o relato dos sobreviventes, Jim Jones mandou que todos os seguidores fossem ao pavilhão de reuniões, dispondo seus guardas armados ao redor da população para evitar que houvesse fuga. Explicou incansavelmente que estava tudo perdido e que em poucos minutos uma força militar guianesa estaria na colônia para prendê-los e lhes infringirem os mais terríveis castigos, inclusive nas crianças e velhos, e que todos deveriam morrer com dignidade tomando a poção que seu médico preparara, uma mistura de suco de uva com cianureto e tranquilizante. Para garantir o comprometimento dos adultos o sacrifício foi iniciado com as crianças, nas quais a dose de veneno era injetada na boca, deixando-os sem qualquer opção. Os adultos seguiam em filas para receberem (alegremente, como narra um dos sobreviventes) suas doses de veneno. Quando muitos começaram a cair, se contorcendo, espumando pela boca e sangrando pelas narinas, houve um momento de sanidade que ocasionou certo pânico entre os seguidores. Alguns tentaram fugir, mas foram detidos pelos tiros dos guardas de Jones. Outros poucos seguidores conseguiram fugir pela selva, ficando centenas de cadáveres espalhados pelo chão. No final o reverendo Jim Jones suicidou-se com um tiro na cabeça. Após a contagem final dos corpos verificou-se um total de 913 cadáveres. Chegava ao fim as promessas de uma sociedade igualitária religiosa-socialista do Templo do Povo.

No altar, sobre o trono do reverendo Jim Jones havia uma placa com uma mensagem que bem pode ficar de lição para a humanidade: AQUELES QUE NÃO LEMBRAM O PASSADO ESTÃO CONDENADOS A REPETÍ-LO.

Fonte:http://histatual.blogspot.com/2011/01/o-suicidio-massacre-da-guiana-jim-jones.html?m=1 SUICÍDIO-MASSACRE DA GUIANA, JIM JONES E O TEMPLO DO POVO

Quando as autoridades americanas e soldados chegaram a Jonestown, três dias depois do suicídio em massa, o cenário não podia ser mais terrível. Dante Alighieri teria ficado impressionado com a visão do Inferno que se transformou a bucólica colônia agrária do reverendo Jim Jones. Cerca de nove centenas de corpos, entre homens, mulheres e crianças, em estado de putrefação, se espalhavam por toda parte. A maioria encontrava-se estendido pelo chão, fora das casas, com o rosto voltado para a terra. Muitas famílias estavam unidas num derradeiro abraço da morte. Vários corpos já tinham sido mutilados, tendo seus pedaços arrancados por famintos animais selvagens. Jim Jones que se dizia o herdeiro de Cristo e de Lênin, deixara a vida como a verdadeira imagem do Diabo.
QUEM FOI JIM JONES?

James Warren Jones, quando criança chamado de Jonesie, nasceu em Lynn no estado de Indiana – EUA. Filho de um ferroviário que lutara na Primeira Guerra mundial e uma dona de casa. Sua cidade natal não lhe dera bons exemplos, Lynn sofria grande influência da Ku Klux Klan, a qual seu pai era seguidor leal. Em Lynn praticamente não existiam negros. Segundo o próprio Jones, “havia uma lei tácita de que os negros não podiam deixar que o Sol se pusesse sobre suas cabeças”. Falando sobre si Jim Jones afirmou que sua vocação para ajudar as pessoas começou quando ele ainda estava na primeira série do primário; nesta ocasião teria travado um diálogo com um vagabundo que parara próximo de sua casa e vendo que o mesmo estava sem esperança e quase desistindo da vida, se dispôs a ajudá-lo. Com o auxílio de sua mãe, Sra. Lynetta Jones, conseguiu-lhe roupas, deu-lhe comida e finalmente arranjou-lhe um trabalho. Jones casou-se aos 18 anos com uma enfermeira, Marceline Baldwin, logo após sair da escola secundária; ainda titubiando entre seguir a carreira médica e clerical. Estudou para ser pastor em Indianápolis e aos 21 anos abriu uma pequena igreja ecumênica em 1953, a Assembléia Cristã da Igreja de Deus. Dez anos mais tarde mudou o nome da igreja para Igreja do Evangelho do Templo de Deus. O casal terminou com oito filhos, sendo sete adotivos entre eles um negro e um coreano.


Aos trinta anos, quando o “Movimento” dos negros nos Estados Unidos começava a ganhar muita força, Jones foi nomeado diretor da Comissão de Direitos Humanos de Indianápolis. Rapidamente seu prestígio crescia divulgando-se na imprensa. Cada vez mais o jovem pastor angariava influência no meio político, civil e religioso. Recrutava negros para a sua igreja, pregando igualdade racial e discursava sobre direitos civis, além de distribuir refeições para os necessitados.


Durante os anos de 1961 a 1963, Jim Jones mudou radicalmente sua forma de vida, optando por um estilo missionário. Mudou-se para Belo Horizonte, no Brasil, onde organizou orfanatos e uma missão religiosa.


De volta a sua terra natal, em 1964 foi ordenado ministro da Igreja Cristã, uma seita importante, com cerca de um milhão e 300 mil seguidores.


O reverendo apresentou um grande tino para negócios. Divulgando a possibilidade de holocausto nuclear, apontou a cidade de Ukiah, no norte da California, e de Belo Horizonte, no Brasil, como os lugares que estariam a salvo da radiação. Em Ukiah comprou uma igreja e alguns terrenos. A partir daí estendeu sua influência para San Francisco e Los Angeles, angariando mais adeptos. Destas cidades organizava excursões para sua terra prometida (Ukiah) que lhe rendiam milhares de dólares a cada final de semana. Mas não eram só as excursões que faziam a renda de Jones crescer, segundo ex-membros da seita, ele sistematicamente espoliava os bens de seus fiéis, além de arrecadar constantes contribuições de seu público. Só em cheque de Assistência Social o Templo do Povo arrecadava 65 mil dólares por mês. Os fiéis deveriam contribuir inicialmente com um quarto de seu salário, depois 40% e, finalmente, entregavam tudo o que possuíam. O dinheiro era tão farto que teve que ser distribuído em 15 contas separadas. Também, segundo afirmações de ex-seguidores, possuía cerca de 10 milhões de dólares em contas na Europa, Guiana e California. Depois do suicídio em massa na Guiana, encontrou-se centenas de milhares de dólares em dinheiro e cheques junto ao cadáver de Jones.


Em 1971 Jones comprou uma antiga sinagoga em San Francisco e uma segunda igreja em Los Angeles. As obras de benefício de Jones atraíam a imprensa nacional e sua fama crescia cada vez mais.


Em 1973 Jones enviou a Guiana uma expedição a fim de encontrar o lugar para criação de sua colônia agrícola para os jovens dos guetos. Em 1974, negociou com o governo da Guiana o arrendamento de 27 mil acres na selva, ao norte da pequena cidade de Porto Kaituma. Por esta época havia ocorrido um incêndio na igreja de San Francisco e Jim Jones havia desenvolvido um sentimento de perseguição por forças malignas nos Estados Unidos, as quais supunha pretenderem destruir a vida de sua igreja.


Ao mesmo tempo começaram a aparecer os primeiros dissidentes da seita, que o acusavam não só de tê-los espoliado materialmente, mas também, aproveitando-se de uma terrível dependência emocional e verdadeira servidão religiosa, subtraía-lhes os entes queridos. Filhos, irmãos e irmãs simplesmente davam as costas para seus familiares e seguiam cegamente o reverendo Jones. Além destas acusações apareciam outras ligadas à exploração sexual, inclusive homossexual, as quais eram agendadas por sua secretária. Em contrapartida o ato sexual era terrivelmente condenado por Jones entre os seus discípulos, muitas das vezes até entre os casados. Além de tudo, não faltavam às muitas denúncias de espancamento e humilhação, aplicados como pena em sua seita.


Em 1976 iniciou o processo de Grace e Tim Stoen contra Jones, acusando-o de aproveitar-se do momento de insanidade do casal enquanto seguiam cegamente as suas orientações, fazendo com que eles dessem legalmente para o reverendo a guarda de seu filho, John-John. Neste momento, livres do pesadelo, queriam seu filho de volta. De fato, Jones criava John-John como seu próprio filho e, talvez, o preferido. A um repórter chegou a dizer que na verdade John-John era seu filho natural, pois Tim Stoen o havia pedido para que tivesse relações sexuais com sua esposa e ele aceitou, por achar que isso os faria bem.


Criou-se na California a associação dos “Parentes Preocupados”, que tinha como objetivo denunciar as manipulações de Jones, além de maus tratos (seções de espancamentos), cárcere privado e alienação de seus seguidores.


Em junho de 1977, Jim Jones mudou-se com toda a sua família para a colônia agrícola da Guiana, Jonestown. Ele acreditava que o isolamento na selva faria com que ficasse livre de seus inimigos nos Estados Unidos. Aliás, procurou manter uma certa aproximação com o governo da Guiana, a fim de que lhe fosse garantido o apoio político deste país.


Nos Estados Unidos o deputado Leo J. Ryan, da California, assumiu a liderança nas investigações sobre as denúncias dos “Parentes Preocupados”, iniciando uma cruzada contra Jones a fim de obter permissão para uma comissão de investigação sobre o caso.
O SUICÍDIO-MASSACRE

O deputado Ryan da California conseguiu em fins de 1978 a autorização do Governo dos Estados Unidos para empreender uma investigação profunda sobre as denúncias dos “Parentes Preocupados”. Desta maneira ele organizou uma comissão para ir à Guiana, levando consigo repórteres e alguns dos "parentes preocupados", que tinham a intenção de convencer seus familiares a deixarem de lado as pregações apocalípticas de Jim Jones e retornarem aos Estados Unidos.


Depois de passarem em Trinidad-Tobago chegaram a Georgetown, capital da Guiana. Após dois dias de preparativos e negociações com as autoridades guianesas e representantes do Templo do Povo, finalmente o deputado Ryan e sua comitiva seguiram, no dia 17 de novembro, para Jonestown, a colônia agrícola de Jones. Percorreram um trecho de uma hora, saindo do aeroporto Timehri, em Georgetown, até a pequena pista de pouso de Porto Kaituma, de onde seguiriam de caminhão por uma estrada lamacenta até a colônia.


A visita começou já no início da noite e variou com o humor de Jones, desde uma calorosa recepção, com comidas e músicas, até literalmente a expulsão da comitiva no final da noite, tendo eles que regressar no mesmo caminhão para o vilarejo de Porto Kaituma, onde foram hospedados numa velha discoteca, cujo dono havia sido convencido a deixá-los passar a noite dormindo no chão.


No dia seguinte, 18 de novembro, retornaram para nova visita às instalações de Jonestown. Esta visita foi marcada pela tensão, pois o deputado Ryan insistia em levar consigo os seguidores que desejavam desistir da seita. Apenas no final da tarde a proposta foi aceita por Jim Jones, mas com as observações que os desertores sempre o traíam ao sair e inventavam terríveis mentiras sobre ele e o Tempo do Povo.


À medida que se aproximava a hora da partida, e já estando confirmadas dez deserções, a tensão aumentara ao ponto de um seguidor de Jones tentar assassinar o deputado Ryan com uma faca. Ryan escapou do atentado graças a investida de um membro da comitiva, Mark Lane, sobre o agressor; sendo este o único ferido com a faca. Decidiram partir imediatamente pois em breve estaria escuro, e o clima de tensão sugeria que algo muito grave estaria para acontecer. Embarcaram um total de 16 pessoas no caminhão para seguirem até a pequena pista de Porto Kaituma.


Chegaram à pista por volta das 16:25h. Estavam decidindo a divisão dos passageiros entre os aviões, que já os esperavam, quando da outra extremidade da pista surgiram, a uma distância de 300 metros, um caminhão basculante e um trator puxando uma pequena carreta, vindos da colônia de Jonestown. Isto já indicava que haveria um grave conflito. O avião menor começou a taxiar e neste momento os ocupantes das viaturas de Jonestown iniciaram o tiroteio. Uma parte da comitiva conseguiu escapar por ter fugido para a mata próxima, mas o rápido ataque deixou cinco mortos, entre eles estava o deputado Leo J. Ryan. Outros três ficaram gravemente feridos. Enquanto ocorria o ataque à comitiva, Jones dava início ao macabro ritual de suicídio coletivo, ou "suicídio revolucionário" como ele pregara diversas vezes durante os vários treinamentos anteriores os quais chamava de Noite Branca.
Segundo o relato dos sobreviventes, Jim Jones mandou que todos os seguidores fossem ao pavilhão de reuniões, dispondo seus guardas armados ao redor da população para evitar que houvesse fuga. Explicou incansavelmente que estava tudo perdido e que em poucos minutos uma força militar guianesa estaria na colônia para prendê-los e lhes infringirem os mais terríveis castigos, inclusive nas crianças e velhos, e que todos deveriam morrer com dignidade tomando a poção que seu médico preparara, uma mistura de suco de uva com cianureto e tranquilizante. Para garantir o comprometimento dos adultos o sacrifício foi iniciado com as crianças, nas quais a dose de veneno era injetada na boca, deixando-os sem qualquer opção. Os adultos seguiam em filas para receberem (alegremente, como narra um dos sobreviventes) suas doses de veneno. Quando muitos começaram a cair, se contorcendo, espumando pela boca e sangrando pelas narinas, houve um momento de sanidade que ocasionou certo pânico entre os seguidores. Alguns tentaram fugir, mas foram detidos pelos tiros dos guardas de Jones. Outros poucos seguidores conseguiram fugir pela selva, ficando centenas de cadáveres espalhados pelo chão. No final o reverendo Jim Jones suicidou-se com um tiro na cabeça. Após a contagem final dos corpos verificou-se um total de 913 cadáveres. Chegava ao fim as promessas de uma sociedade igualitária religiosa-socialista do Templo do Povo.

No altar, sobre o trono do reverendo Jim Jones havia uma placa com uma mensagem que bem pode ficar de lição para a humanidade: AQUELES QUE NÃO LEMBRAM O PASSADO ESTÃO CONDENADOS A REPETÍ-LO.

Fonte:http://histatual.blogspot.com/2011/01/o-suicidio-massacre-da-guiana-jim-jones.html?m=1

Evangelicos que evergonham o evangelho.

É tão deprimente você, ver diariamente,pastores sendo o foco da midia ,na tv ,materias estarecedora falando dos escandalos desses canalhas,protagonistas que envergonham a igreja de Jesus Cristo.
Algumas decadas a sociedade civil viam os crentes como pessoas honestas.
Se você deixassem um curriculum antigamente numa empresa e falassem que era crente era meio caminho, andado ou seja a vaga era sua, porque você era crente e honesto.
os pastores de antigamente mereciam consideração e era considerado.
Hoje tudo é diferente.
São tantos escandalos no meio eclesiástico lideres evergonhando o evangelho ouvimos noticias nos da ate vergonha de vê.
Você ver pilantras usando, um pulpito de uma igreja cometendo diversos tipo de atrocidades,lavagens de dinheiro extorsão ,pedofilismo,assassinatos.
Me veio a tona em 2001 na cidade de Salvador.
Um jovem de classe media, chamado Lucas Terra começou a frequentar uma determinada denominação uma "igreja" na verdade uma seita na qual não considero como igreja me dar nausea ,enjoo.
Então o Jovem Lucas Terra começou a frequentar essa "igreja" o mesmo conheceu uma garota da seita cuja a idade da garota era a mesma do Lucas.
Então começou a namorar ou seja a namora_la.
Quando foi um dia, o jovem ,Lucas viu dois pastores daquela denominação, transando
esses pilantras, vagabundos,pegaram o jovem e mataram, O Lucas com medo do jovem revelar o segredo, contar que os dois "pastores" era homossexuais.
Eles mataram o jovem ,um crime bárbaro.
E ai eu te pergunto como acreditar num evangelho protagonizados por individuos e coadjuvantes,inescrupulosos que esta sempre estampado os seus rostos nos jornais tvs e internet envolvidos em diversas barbáries,charlatanismo,pedofilismo, são tantas coisas que me da ate nojo citar.
Quanto ao caso do garoto Lucas Terra,os assassinos, foram presos julgado e condenados hoje estão soltos talvez não cumpriu nem um terço da pena.
Quantos a esses dois discarrados,bandidos deveria ter pena de morte para eles.
Não é pelo o fato deles serem homossexuais eu não sou homofobico.
Foi a frieza a torpeza desses cachorros fazerem isso com o jovem.
Lucas foi abusado sexualmente queimado vivo.

Na época do crime o adolescente de 14 anos, Lucas Terra sofreu abuso e foi queimado vivo em Salvador. Agora, mais de 18 anos depois, o caso pode estar perto de ser concluído, já que não cabe mais recurso.

O evangelho hoje tá uma bagunça, não sabemos mais defirenciar um cristão e um mundano.
"Crentes" e cretinos o sinônimo é o mesmo só muda de endereço.
Ao todo esse caos

Resta nos lembrarmos das palavras de Jesus.

"Ai do mundo,por causa dos escandalos;porque é mister que venham escandalos,mas ai daquele homem por quem o escandalo vem!

(Matheus 18:07)



작성
Francisco Araujo jagseong


Teratologia Criminal
Casos reais que marcaram pela crueldade de seus atores, pelo número de vítimas ou pela negligência nas investigações, motivo que levou alguns desses à Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Buscaremos trazer, sempre que possível, dados processuais relacionados aos fatos, possibilitando, assim, conhecer os procedimentos processuais realizados.

CASO LUCAS VARGAS TERRA, Salvador/BA (2001) - 29ª edição

ATENÇÃO! Fotos da perícia que vocês aqui encontrarão estão disponibilizadas no blog da própria família para divulgar esse caso... talvez tenham sido realmente tornadas públicas para que vejam a proporção da atrocidade cometida, então, não considero desrespeito à vítima, mas sim compartilho, no mínimo, da mesma indignação que atingiu esta família...


Lucas Vargas Terra, nascido em 19 de outubro de 1986 era um jovem extremamente religioso. Seguia os desígnios cristãos, desejoso de ser, um dia, muito mais do que membro da igreja... pastor e até mesmo bispo, quem sabe. Sua família estava de mudança para Itália, e Lucas e seu pai resolveram passar um tempo em Salvador visitando alguns amigos... sua mãe já estava na Itália na época do fato. Passou a frequentar um tempo da Igreja Universal em janeiro de 2001.

Seus planos, traçados meticulosamente por todo tempo que pode estar entre nós, foram grosseiramente interrompidos no dia 21 de março de 2001, aos 14 anos de idade. Saiu de casa neste dia para o culto na Igreja Universal do Reino de Deus, próximo a sua casa, em Salvador, Bahia. Pela manhã, no dia seguinte, seu pai percebeu que seu filho ainda não tinha chegado e foi até à igreja buscar informações, quando soube que Lucas tinha saído após o culto na companhia do então pastor-auxiliar da igreja, Silvio Roberto Santos Galiza, de 21 anos. Quando avistou o pastor Silvio, este disse que deixara Lucas no ponto de ônibus, pois ele disse que ia para a igreja no bairro da Pituba. Lá, ninguém viu Lucas... a família de Lucas dá início a uma longa jornada em busca de notícias de seu filho...

Dois dias depois é encontrado um corpo carbonizado dentro de um caixote, em um terreno baldio às margens da Avenida Vasco da Gama, em Salvador. Neste momento, ainda não se tinha certeza de que se tratava dos restos mortais de Lucas, mesmo assim, seu pai não tinha coragem de olhar... após aproximadamente 12 dias, testes de DNA confirmam a identidade do menino, e sua família obteve permissão para sepultá-lo. A necropsia constatou que o menino foi queimado ainda com vida...

No intermédio entre o encontro dos restos mortais e a confirmação da perícia de que era, realmente, Lucas Terra, seu pai, esperançoso de que aquele não seria seu filho, continuou a cruzada por informações. Retornou novamente à igreja, procurou o pastor Silvio que, surpreendentemente, mudou a versão da história: disse que tinha deixado Lucas no Ceasa, em um bairro próximo, o que chamou atenção da família e das autoridades.


INVESTIGAÇÕES

Durante as investigações, foi descoberto que o pastor-auxiliar, Silvio Galiza, era transferido de outra igreja por “comportamento inadequado” e conhecido entre os fiéis como o “secretário do diabo”.

Em pouco tempo após a chegada de Lucas à igreja, em janeiro de 2001, o pastor Silvio nomeou Lucas como seu assistente informal, passando a controlar a vida do rapaz.

Em fevereiro Lucas se interessou por uma fiel da igreja e foi proibido pelo pastor de ter qualquer namorada. No final de fevereiro, o pastor Silvio começou a convidar jovens da igreja para dormir no templo por considerar um local “mais seguro do que a própria casa dos jovens”... segundo o pai de Lucas, o menino era convidado sempre a permanecer na igreja até tarde, o que culminava na permanência de Lucas para dormir no local.

Quando os superiores da igreja descobriram que o Lucas dormira no mesmo quarto que o pastor Silvio, transferiram o pastor para outra igreja, mas este continuou a frequentar os cultos da igreja do bairro do Rio Vermelho.

Segundo testemunhas, no dia do crime, após o culto, o pastor Silvio vê Lucas conversando com sua namorada em frente à igreja e o chama... Lucas se despede da namorada e dos amigos e, interpelado para onde ia, respondeu que “viu o pastor Silvio olhando ele de cara feia e ia conversar com ele”. No entanto, seguiu o pastor e não foi mais visto.

Segundo testemunhas, pastor Silvio exercia muita influência sobre Lucas que era extremamente obediente às questões religiosas – como dito anteriormente, sua intenção era ser mais do que um simples membro da igreja e, para isso, obedecia veementemente aos que considerava seus superiores.

Caminharam até o Vale das Pedrinhas, que fica próximo à igreja, e pegaram um ônibus para o bairro do Rio Vermelho. Percebendo que ia demorar mais do que o previsto, Lucas ligou para seu pai às 22h09min dizendo que ia para a igreja no bairro do Rio Vermelho, na companhia do pastor Silvio Galiza, para um “propósito de oração” e que dormiria na igreja. O pastor Silvio passara antes de chegar na igreja em uma loja de conveniência... neste momento é que Lucas ligou para o pai.

A partir daí, não se sabe ao certo o que aconteceu à Lucas... segundo a perícia, tentaram asfixiar Lucas, que foi amarrado e amordaçado, colocado na caixa de madeira e incendiada esta, para descartar evidências do crime. Como o corpo estava carbonizado, não foi possível saber se houve ou não violência sexual, mas sabe-se que tentaram asfixiar o rapaz; o pano utilizado para asfixiar Lucas é semelhante ao da cortina do templo da igreja. Uma coisa é certa: Lucas foi queimado Claudio
Em outubro de 2001, o inquérito foi concluído apontando Silvio Galiza como autor do homicídio de Lucas, porém, sua prisão não foi decretada. Desta forma, o pai de Lucas acampou em frente ao Ministério Público pedindo pela medida.

Fotos:da pericia

Silvio foi denunciado pelo Ministério Público como incurso nos arts. 121, §2º, incisos I, II e IV do CP c/c art. 1º, inciso I da Lei n. 8.072/90 (processo n. 0106188-68.2001.8.05.0001 TJBA).

      Pastor Silvio Galiza

Segundo Silvio, Lucas teria flagrado uma relação homossexual entre Fernando e Joel e, por isso, assassinado como queima de arquivo. Ainda em depoimento em novembro de 2011, em processo movido a partir de 2008 em face do bispo Fernando e do pastor Joel por este crime, Silvio diz que após ter feito essas declarações ao Ministério Público no dia 26/01/2006, sofreu uma tentativa de envenenamento na penitenciária onde se encontrava.

Embora insistência pelos advogados de Fernando e Joel em desacreditar as declarações de Silvio, e mesmo com as prisões de ambos frustradas pelo provimento de acórdão pelo STF, o processo em face de Fernando e Joel prossegue (processo n. 0017090-28.2008.8.05.0001)... estão em liberdade.

À esquerda, bispo Fernando Aparecido da Silva; à direita, pastor Joel Miranda.

Na verdade, podemos dizer que TODOS estão em liberdade... os dois últimos furtaram-se ao comparecimento à praticamente todos os atos do processo, alegando insuficiência de recursos, no entanto, no próprio acórdão do STF, o Ministro Relator Ricardo Lewandovski ressalta que não há insuficiência de recursos para constituir advogados que se deslocam de São Paulo para intervir no processo... interessante!
Link para os HC's: 90625 http://sdrv.ms/15B6V6M; contra decreto prisional no ano de 2007.
95125 http://sdrv.ms/1dn1R7T; contra pedido de prisão preventiva em 2008.

ATENÇÃO! Uma coisa é certa: o então pastor Silvio NÃO TEM HABILITAÇÃO E NEM SABIA DIRIGIR... então, COMO o corpo de Lucas foi parar na Avenida Vasco da Gama??? Pela pesquisa que fiz, dizer que Silvio agiu sozinho seria o mesmo que afirmar que ele teria arrastado ou carregado o caixote de madeira com o corpo de Lucas por, aproximadamente, 2 km – distância da Igreja Universal no bairro do Rio Vermelho até a Avenida Vasco da Gama, onde o corpo carbonizado foi encontrado... é um super-homem, no mínimo...


JUS MATER

Após cumprir sua pena em regime fechado por exatos 4 anos e seis meses, em dezembro de 2008, Silvio conseguiu a transferência do regime fechado para o semiaberto, na Colônia Lafayete Coutinho.

Em julho de 2012, nova decisão: o agora EX-pastor Silvio, é agraciado com nova progressão para o regime aberto. Permanecerá na Casa do Albergado e Egressos Geral, de Salvador, na Mata Escura. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), ele poderá sair durante o dia para trabalhar ou estudar, voltará à noite e não poderá sair nos fins de semana.


O pai de Lucas lançou um livro intitulado “Lucas – Traído pela Obediência”, o qual custeou ele mesmo por não ter conseguido uma editora que o publicasse – até imagino o porquê...

Em 2007, José Carlos Terra e Marion Terra ganharam na justiça o direito a receber indenização no valor de R$1.000.000 (R$ 500mil para cada um) a ser pago pela Igreja Universal do Reino de Deus, em Recurso Especial (link: http://sdrv.ms/1eNckxt).

Reportagem do Linha Direta em 2006.



Em seu primeiro julgamento pelo Tribunal do Júri, em junho de 2004, foi condenado à 23 anos e 5 meses de reclusão; após recurso da defesa, Silvio foi submetido a novo júri em novembro de 2005, quando teve sua condenação reduzida para 18 anos de reclusão e, com mais um recurso de Apelação, teve sua pena reduzida NOVAMENTE para 15 anos – o que foi ratificado pelo STJ quando o Ministério Público recorreu a essa instância (link: http://sdrv.ms/15B6Q39).


REVELAÇÕES

Após sua segunda condenação, Silvio fez uma revelação: não foi o único a cometer o crime, aliás, não era o ator principal. Atribuiu a culpa do homicídio ao bispo Fernando Aparecido da Silva e ao pastor Joel Miranda, acusando, ainda, o segurança do bispo, conhecido como Luis Claudio


Não sei por que motivo não consegui disponibilizar os outros dois vídeos com a parte 2 e 3, mas basta clicar no link abaixo ou copiar e colar...
http://www.youtube.com/watch?v=cSMT61AfnEQ parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=mdHDp0NidLc parte 3

Fonte: Blog À Queima Roupa
           Gospel notícias
           Tribunal de Justiça do Estado da Bahia
           Lucasterra.blogspot.com.br


Fonte:http://teratologiacriminal.blogspot.com/2013/10/caso-lucas-vargas-terra-salvadorba-2001.html?m=1


A FAMÍLIA INTERNACIONAL (OS MENINOS DE DEUS) - DENÚNCIA SOBRE A SEITA DO SEXO.







David Berg Fundador do Grupo Meninos de Deus

Tempos atrás, uma mãe desesperada me ligou para pedir informações sobre a seita meninos de Deus, conhecida hoje como A Família de Deus. Sua preocução residia no fato de que sua filha, ainda com seus 17 anos, em plena fase de preparação para o vestibular, frequentava as reuniões dessa seita, mas apresentava comportamentos estranhos, como passar pouco tempo em casa, evitar conversa com os pais, trancafiando-se no quarto. Então, procurei alertar essa senhora: David Berg, o fundador desse movimento, pregava o sexo como meio de evangelismo, e a literatura dos jovens ali contém cenas absurdas. Peço a permissão a Deus, em nome de Jesus, e a você, leitor, para publicar fotos que servirão de provas concretas contra o perigo de se tornar membro desse lixo espiritual. E o problema é que, embora essa seita quase não exista mais no mundo, seus ex-líderes espirituais ainda podem estar se infiltrando no meio cristão e abusando de crianças e jovens.


O sexo como pano de fundo para Jesus


O fundador dessa seita, DAVID BERG, já é falecido (1994), e segundo as publicações da seita, encontra-se no céu, na colônia. Enquanto vivo, este sujeito sofreu processos por abusos sexuais. A Wikipedia declara:

"Pelo menos seis mulheres, inclusive suas duas filhas e duas de suas netas, alegaram publicamente terem sido sexualmente abusados por Berg quando crianças. A filha mais velha de Berg, Deborah Davis, escreveu um livro no qual ela acusa o pai de molestar sexualmente tanto dela, quanto de sua irmã, quando eram crianças, e de ter tentado fazer sexo com ela quando adulta. Sua irmã, Faith Berg, corroborou essas acusações, no entato as descreveu de maneira positiva." -http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Berg

Seus conceitos até sobre Jesus causou indignação de pastores, líderes e apologistas cristãos. Veja como a seita e seu fundador retratavam Jesus Cristo e o sexo:
Mas como essa seita conseguiu recrutar jovens e adultos? Sempre de forma velada, o sexo foi usado como "ponte", mas com uma mensagem muito amorosa sobre Jesus. Um dos folhetos dessa seita afirma:

"Mas você não pode salvar-se a si mesmo. [...] Jesus promete que se abrir o seu coração, ele entrará mesmo. [...] Você pode receber Jesus agora mesmo, fazendo esta simples oração: Querido Jesus, por favor me perdoe todos os meus pecados. Eu acredito que você é o FIlho de Deus e que morreu por mim, e agora O convido a entrar no meu coração. Jesus, por favor, entre e me ajude a amar os outros e a lhes falar sobre Você para que também possam encontrá-Lo. Peço em nome de Jesus, amém." - O Amor Sempre Dá um Jeito.

Todavia, conforme relatos de seus próprios filhos e de ex-adeptos, o movimento realmente usa o sexo como forma de "evangelismo", pois Deus é amor. Temos emprestado uma xérox do livro Meninos do Céu, que dão provas convincentes disso. Por exemplo, observe o que esse livro afirma sobre o que DAVID BERG anda aprontando lá no céu:
 "36 [...] Agora, só preciso de espaço para Phoebe e India Joy nesta enorme cama boa e confortável! Glória ao Senhor! O que é melhor do que uma linda mulher? - Duas mulheres! Aleluia! 37. VAMOS LÁ, VAMOS DIVERTIR-NOS UM POUCO E AUMENTAR A POPULAÇÃO - afinal não existe enjoos matinais, sensação de peso ou dores de parto Aqui em cima! (Apoc. 21:4) [...] Por isso, vamos nessa, vamos lá, garotas! Temos muito pela frente! - Que dizem a isso, rapazes? - Vamos começar já! - Amém! Aleluia! Obrigado Jesus! Glória ao Senhor! - Não é mesmo maravilhoso? - Que lugar! - Como estamos nos divertindo aqui no ceu! - Os Meninos do Ceu, [capítulo 14 - A Cidade do Futuro], página 300, item 36 e 37.

Livro Os Meninos do Ceu, página 346.Conforme podemos observar na foto da xérox ao lado, tais cenas são uma afronta contra os ensinos de Jesus. Nem na ressurreição haverá casamento e sexo, quanto mais antes dela. (Mateus 22:30) Pior do que isso: Se lá no ceu, o conhecido como "Vovô" Berg pode ter esposas adolescentes, com direito à charge com ela na cama, que exemplo negativo para os jovens que o seguem! Nessa imagem do lado, precisamos censurar a imagem dos seios dessa jovem, que parece ser adolescente, e mesmo que não seja, que espécie de literatura cristã é esta? Segundo vários sites, David Berg teria dito que "o orgasmo é o melhor meio de se chegar a Deus". A Bíblia ensina a fugir da fornicação, conforme 1 Coríntios 6:18. 

Meninos do Céu, página 392.Na mesma literatura já referida há outra foto intrigante, que precisamos censurar as partes picantes. Ao lado da foto, lemos:

"Elas então ficam muito emocionadas e excitas e parecem sentir que existe algo muito especial a esse respeito, que sentem a presença do Vovô bem ali perto, e de maneira muito querida, para as duas como sempre! Elas então caem no sono novamente abraçadas e eu fico emocionado e satisfeito com minha primeira visita à minha familiazinha na Terra novamente! Obrigado Jesus! Louvado seja o Senhor!" - Os Meninos do Céu, página 392.

Apelo aos pais


Caso você, pai ou mãe, saiba que seu filho ou filha estejam enveredando por esse caminho contrário à Palavra de Deus, que segue ensinos de um líder maníaco sexual, não hesite em procurar ajuda, tanto das autoridades, quanto de familiares e amigos religiosos. Certo empresário comentou que embora fosse casado, foi assediado por uma dessas jovens, que buscaram falar-lhe sobre Jesus, com a promessa de "curtirem muito sexo", pois Deus é amor. Essa organização separa os filhos dos pais, conforme relatos de ex-membros. Se você é ex-membro, ou tem filhos ali, colocamo-nos à disposição para ajudar você. - Fernando Galli.


Fonte:https://www.ia-cs.com/2010/10/familia-os-meninos-de-deus-seita-do.html?m=1


Fundador da Assembléia de Deus era racista da Ku Klux Klã e acusado de pedofilia



Charles Fox Parham

O Pastor Charles Fox Parham é tido merecidamente, como o fundador do pentecostalismo. Foi ele o fundador das "Assemblies of God", que aqui no Brasil, tomou o nome de "Assembléias de Deus".


Charles Parham dizia receber os dons do espírito santo. Falava "em línguas", pregava muito. Desde a adolescência, era Pastor. Na verdade, ele foi o primeiro Pastor pentecostal verdadeiro do mundo. Religião à parte, Parham era acusado de ser racista e pertencer à KKK (Ku Klux Klan) desde tenra idade. Em 1910, enquanto fundava o pentecostalismo, tinha lugar de destaque naquela organização racista. Certa vez, Parhem colocou um fiél negro para assistir ao culto do corredor para não que se misturasse com os fiéis brancos;


Foi preso acusado de ter violentado sexualmente um garoto. Sem testes de DNA na época, não conseguiram provar a acusação e soltaram-no logo.
O Pastor Parham acreditava e pregava que a cura milagrosa de doenças era um direito natural dos seguidores da palavra de Deus. Pregava publicamente que os fiéis deveriam evitar se consultar com médicos e evitar crer em qualquer benefício da Medicina. Que todos deviam ao invés disto, crer que o poder de Deus/Jesus/Espírito Santo os curaria.

Bem , um dos filhos de Parham, pegou uma doença e morreu. Tinha apenas 16 anos. Um outro filho de Parham morreu também de doença com 37 anos. Os doentes genuínos que iam aos cultos do Pastor Parham nunca ficavam curados. Um ávido seguidor do Pastor Parham tinha uma filha, com apenas 9 anos, chamada Nettie Smith. Esta menina ficou doente. O pai recusou tratar a doença da filha. Esperava a cura milagrosa. Ao invés disto, a criança morreu.

Este fato fez muitos se voltarem contra Parham, pois a doença era tratável com a limitada Medicina disponível em 1904. Quanto ao Pastor Parham, ele mesmo sofreu muitas doenças e não raro, estava doente demais para pregar ou viajar. De dezembro de 1904 até fevereiro de 1905, ele esteve acamado e doente. (ver o livro de James Goff Jr, "Fields White Unto Harvest").


O Pastor Parham foi também o primeiro pregador pentecostal a orar sobre um lenço e vender lenços idênticos pelo correio. A um alto preço, evidentemente. Suas pregações não pararam aí. Em 1908, o Pastor Parham passou a pregar que tinha como achar a "Arca da Aliança" bíblica. Ele declarou a jornais que para achar a arca perdida tinha que ter dinheiro para ir até a Palestina. Em tempos pré-jato, uma viagem a Palestina, era muito cara.


Bem, os fiéis deram a quantia necessária para a viagem, tudo arrancado dos pobres salários. Parham nunca viajou até a Palestina. Ele simplesmente embolsou a grana para a viagem e inventou que havia sido roubado em New York. Os fiéis acreditaram em mais esta farsa.


Alguns ds fiéis de Parham eram crentes genuínos. Um deles achou que "falar em línguas" lhe permitiria pregar o evangelho aos indianos. Viajou para Índia e lá notou que nada do que falava os indianos entendiam. Não converteu nem uma mosca.

Alguns afirmam que Parham, até o fim da vida, foi racista e que antes de morrer, exigiu que fosse enterrado onde nenhum negro estivesse perto.

Fontes: http://www.answers.com/topic/charles-fox-parham

http://solascriptura-tt.org/Seitas/Pentecostalismo/QEstranhosPastoresPentecostais-DCRocha.htm

A história macabra do pai do pentecostalismo Charles Fox Parham





A última ceia do Pastor Jim Jones



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